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Postada em 25/01/2018 ás 20h48 - atualizada em 25/01/2018 ás 20h48
Juiz do DF determina apreensão do passaporte de Lula
Decisão foi tomada pelo juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal, no processo que apura suposto tráfico de influência de Lula na compra de caças suecos.
Juiz do DF determina apreensão do passaporte de Lula

O juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, determinou nesta quinta-feira (25) a apreensão do passaporte do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o proibindo de deixar o país.



A decisão judicial está sob sigilo, mas a Polícia Federal confirmou no início da noite que já recebeu a ordem de apreensão. De acordo com a assessoria do Ministério da Justiça, o diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia, comunicou o ministro Torquato Jardim sobre a ordem judicial. "O ministro orientou Segóvia a dar ciência ao ex-presidente na casa dele, de modo a evitar constrangimentos", informou a assessoria.



Até a última atualização desta reportagem, a defesa e a assessoria do ex-presidente informavam que não tinham sido notificados da decisão.



O ex-presidente tinha uma viagem marcada nesta sexta (26) para a Etiópia, na África, onde participaria de uma reunião da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para discutir propostas de erradicação da fome no continente africano antes de 2025.



A determinação do juiz não tem relação direta com a condenação de Lula pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) e foi tomada no âmbito do processo que apura suposto tráfica de influência de Lula na compra, pela Força Aérea Brasilia (FAB), de caças suecos.



O juiz responsável pela decisão de apreender o passaporte do ex-presidente é o mesmo magistrado que, em maio do ano passado, determinou a suspensão das atividades do Instituto Lula.



Nesta quinta, o PT lançou Lula como pré-candidato à Presidência da República durante reunião da Comissão Executiva Nacional do partido, em São Paulo.





O ex-presidente Lula é visto no lançamento de sua candidatura à presidência da repúblca na sede da CUT em São Paulo (Foto: Nelson Almeida/AFP)



O processo



Em dezembro de 2016, Lula se tornou réu no processo. De acordo com o Ministério Público, os crimes teriam sido praticados entre 2013 e 2015, quando Lula, como ex-presidente, teria participado de um esquema para beneficiar empresas junto ao governo Dilma Rousseff.



A defesa de Lula diz que o ex-presidente jamais praticou qualquer ato ilícito e que é alvo de perseguição política.


FONTE: Da redação com/G1
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