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Postada em 05/06/2017 ás 11h44 - atualizada em 06/06/2017 ás 00h04
Trocador do alternativo é preso suspeito de assediar passageira
Em nota o presidente da Cooperselta lamenta o fato e afirma que isso pode acontecer em qualquer empresa
Trocador do alternativo é preso suspeito de assediar passageira

A Polícia Militar registrou Boletim de Ocorrência em que consta tentativa de assédio e uso de força do trocador D.A.D.B.R., de 19 anos, contra a passageira  G.D. J. P., 19 anos, a vítima relatou que estaria a caminho do trabalho, momento em que o trocador passou a assediá-la e forçou a beijá-lo na boca. O caso teria ocorrido a manhã deste domingo (04), na linha Belo Vale-Shopping, prefixo 012,  quando o veículo estava na Avenida Dr. Renato Azeredo, bairro Vapabuçu.





A PM foi acionada e abordou o veículo na Avenida José Sérvulo Soalheiro, bairro Nova Cidade. De acordo com o Boletim de Ocorrência, a passageira reconheceu o trocador. Diante do fato, policiais militares prenderam  D.A.D.B.R . e o conduziram à Delegacia de Polícia Civil.



Outro lado – A reportagem do Megacidade.com entrou em contato com a direção da Cooperseltta, entidade que congrega centenas de veículos do Alternativo em  Sete Lagoas. Por telefone, o presidente da entidade esclareceu que, após ser ouvido na Delegacia de Polícia, o trocador foi liberado. Informou, ainda, que as informações que chegaram até a ele são de que a passageira, o motorista e o trocador são conhecidos. Mas, caso tenha havido o episódio do assédio, que a Cooperseltta lamenta o fato, deseja que as autoridades competentes apurem o que aconteceu, assegure o direito à defesa da pessoa suspeita e, em caso de crime, que a pessoa responda legalmente pelos seus atos. A Presidência da Cooperseltta acrescenta que não há como fiscalizar mais de 400 ônibus, que não concorda com a prática de assédio e que isso, infelizmente, pode acontecer em qualquer empresa, citando, implicitamente, uma grande emissora de televisão em que um de seus mais importantes atores se viu envolvido em episódio de assédio sexual. Por fim, disse que é necessário verificar o que consta no Boletim de Ocorrência, documento ao qual ele, Geraldo Itamar Fernandes Vieira, não teve acesso no momento do contato da reportagem com ele, uma vez que chegou de São Paulo na madrugada de hoje, segunda-feira (5).


FONTE: Da redação com PMMG
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