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Postada em 16/06/2017 ás 07h42 - atualizada em 16/06/2017 ás 07h42
Criatividade e arte dos tapetes confeccionados nas ruas embelezam “Corpus Christi” de Inhaúma
“Tapetes de Corpus Christi” são uma tradição católica popular, comum em várias cidades do Brasil e Portugal
Criatividade e arte dos tapetes confeccionados nas ruas embelezam “Corpus Christi” de Inhaúma

Fotos do facebook de Rodrigo Lourenço de Lima

O “Dia de Corpus Christi” (“Corpo de Cristo”) é marcado pelas manifestações de fé dos fiéis católicos, que nas procissões e celebrações, prestam louvor e adoração ao “Santíssimo Sacramento” que é a “Eucaristia”, ou seja, o próprio Jesus Cristo na “Hóstia Consagrada”, como memorial da última “Ceia” realizada com os seus “Apóstolos”.



Um dos costumes mais bonitos que embelezam a “Festa” são os “tapetes de Corpus Christi” que são uma tradição católica popular, comum em várias cidades do Brasil e Portugal, confeccionados para essa solenidade. Em Inhaúma-MG não foi diferente. A beleza criativa e artística é visível nos tapetes preparados para a procissão com o “Santíssimo Sacramento” em ruas da cidade.



Os tapetes tradicionalmente feitos de serragem e sal coloridos, atualmente empregam outros materiais, tais como borra de café, areia, flores, farinhas, dentre outros. A prática surgida em Portugal e posteriormente difundida no Brasil durante a colonização, consiste na confecção de representações de cenas bíblicas, objetos devocionais, desenhos de Cristo, do pão e do cálice ou simples temas ornamentais sobre as ruas em que a procissão da “Eucaristia” passa.



De acordo com o apresentador do programa “Escola da Fé” da “TV Canção Nova”, professor Felipe Aquino, essa iniciativa é uma expressão de carinho com a “Santíssima Eucaristia”. Ele lembra que a passagem pelo tapete tem um significado especial. O “ostensório” que armazena o “Corpo de Cristo” na “hóstia” é carregado pelo sacerdote por essas ruas enfeitadas e os fiéis só podem pisar nesses desenhos após a passagem do padre. “É uma representação de que Jesus anda por ali e é recebido com um belo tapete pelas ruas da cidade”, destaca.





O professor Felipe Aquino ressalta que trata-se de uma manifestação popular de “adoração a Cristo”. Continua: “É também uma evocação bíblica, que narra Jesus entrando em Jerusalém e o povo colocando ramos de oliveira para que ele passasse por cima. Mas, apesar de fazer memória à entrada de Cristo em Jerusalém, esta procissão não tem ligação com a procissão de ramos, que antecede a “Paixão de Cristo”. No dia da ‘Festa de Corpus Christi’ a Igreja celebra a instituição do ‘Sacramento da Eucaristia’, sendo este o único dia em que o 'Santíssimo Sacramento' sai pelas ruas", ensina.


FONTE: Da redação
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