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Postada em 21/08/2017 ás 12h29 - atualizada em 21/08/2017 ás 22h44
Prefeito de Sete Lagoas e presidente da Câmara são contra fim do SAAE
Proposta está em tramitação na Câmara Municipal; autoria é do vereador Gilson Liboreiro
Prefeito de Sete Lagoas e presidente da Câmara são contra fim do SAAE

Prefeito Leone Maciel e o presidente da Câmara, Cláudio Caramelo

O anteprojeto de lei que extingue o SAAE e cria a Companhia de Águas e Saneamento Básico de Sete Lagoas nem foi submetido a votação no plenário da Câmara Municipal e já provoca polêmica. Na repercussão da proposta apresentada pelo vereador Gilson Liboreiro, tanto o prefeito de Sete Lagoas, Leone Maciel quanto o presidente da Câmara Municipal, vereador Cláudio Caramelo se manifestaram tempestivamente.  Ambos são contra o fim do SAAE.



Por meio de sua Assessoria de Comunicação Social, o prefeito Leone Maciel foi curto e claro: “sou contra qualquer tipo de privatização do SAAE.”  Igual postura teve o presidente da Câmara, vereador Cláudio Caramelo. “A minha opinião é o seguinte: acredito muito no SAAE e na minha opinião a privatização não é a saída !! Temos que modernizar a gestão, diminuir o desperdício e fazer um plano de cargos e salário dentro da realidade do município”, definiu.



Em Nota Oficial, a direção do Sindagua – que representa os servidores do SAAE – saiu em defesa da autarquia e também se posicionou contrariamente à criação da Companhia de Águas e Saneamento Básico de Sete Lagoas. Leia a íntegra da nota:



EM DEFESA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS EM SETE LAGOAS COMO PATRIMÔNIO DO POVO



A proposta de criação de uma sociedade econômica mista para operar o sistema de água e esgotos de Sete Lagoas é um retrocesso que só interessa a investidores privados que pretendem assumir serviços públicos para arrochar os consumidores com o domínio sobre atividade essenciais para o povo.



A proposta de criação de tal empresa para abocanhar a concessão dos serviços de saneamento em Sete Lagoas já tem em seu projeto a pretensão absurda de definir o lucro para acionistas em 6% anualmente, sendo coberto pelo município qualquer resultado menor, ou seja, jogando nas costas da população consumidora o aumento nas contas de água para atender a ganância da iniciativa privada.



O SINDAGUA defende a manutenção do saneamento como atividade essencial para o povo, devendo os serviços ser de responsabilidade do poder público.




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