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Postada em 03/09/2017 ás 11h39 - atualizada em 04/09/2017 ás 04h38
Corpo de estudante que morreu em boate de BH é velado em Sete Lagoas
Allan Guimarães Pontello, de 25 anos, morreu na madrugada de sábado (2) após uma confusão com seguranças da boate Hangar 677, no bairro Olhos D'Água
Corpo de estudante que morreu em boate de BH é velado em Sete Lagoas

Allan Pontelo, de 25 anos

O corpo do fisiculturista e estudante de educação física Allan Guimarães Pontello, de 25 anos, é velado na manhã deste domingo (3), no cemitério Santa Helena, em Sete Lagoas, região Central de Minas. O sepultamento acontecerá às 17h. O velório amanheceu lotado, segundo o pai do rapaz, Dênio Luís Pontello. “Ele tinha muitos amigos. A nossa família é tradicional na cidade”, contou.



Parentes e amigos suspeitam que o estudante tenha sido assassinado. Allan morreu na madrugada de sábado (2) após uma confusão com seguranças da boate Hangar 677, no bairro Olhos D'Água, na região do Barreiro, em Belo Horizonte, e a polícia investiga o que aconteceu. 



O pai do estudante disse não ter dúvida de que seu filho foi assassinado depois de tirar fotos do corpo assim que foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML). “Tirei foto do corpo dele saindo do IML. Meu filho está todo estourado. O rapaz da funerária que preparou o corpo e fez o traslado para Sete Lagoas me disse que demorou porque o meu filho estava todo machucado, que o crânio foi estourado”, disse o pai. 



“Forjaram tudo. Canalhas, monstros.Torturaram meu filho. Foi crime de execução. A formatura dele em educação física seria esse ano. Meu filho não usava drogas e os exames vão provar isso. A droga não era dele", reagiu o pai sobre a suspeita de que o rapaz teria feito uso de drogas. Pontello também denunciou que o relógio de pulso do filho, avaliado em R$ 8.000, simplesmente desapareceu.



O pai do rapaz disse que contratou uma advogada e que voltará para a capital nesta segunda-feira (4) para acompanhar as investigações da polícia e tomar as providências para que haja justiça.



Laudo



A Polícia Civil informou que pela necropsia não foi possível detectar a causa da morte e que isso somente será possível com a conclusão do laudo, que tem prazo de 30 dias para ficar pronto.




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