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NATAL E BLACK FRIDAY
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NATAL E BLACK FRIDAY
Postada em 17/11/2017 ás 15h40 - atualizada em 17/11/2017 ás 15h40
Golpes usam Natal e Black Friday para roubar seus dados
Sites falsos trocam uma letra do nome do verdadeiro para enganar usuários
Golpes usam Natal e Black Friday para roubar seus dados

Empolgadas com a chegada da Black Friday, a megaliquidação que vai acontecer no dia 24, pessoas menos atentas estão caindo em golpes que circulam no WhatsApp, Facebook, Instagram, ou chegam por e-mail. Nessa quinta-feira (16), a companhia aérea Gol publicou um alerta, na sua conta oficial no Twitter, sobre uma mensagem oferecendo passagens gratuitas. Claro, é mentira. A empresa informou que estava tentando tirar do ar o portal que tenta, de forma fraudulenta, conseguir dados pessoais dos usuários pedindo que cliquem no link e compartilhem, mais uma vez, com todos os seus contatos.



É fácil cair no golpe. O site real da empresa é voegol.com.br. O do golpista é voedegol.com.br. Outra mensagem falsa diz que O Boticário estaria “presenteando você com creme de pele, para pegar seu kit acesse o site”. Se a pessoa clica, cai numa página falsa, que usa um 0 (zero) no lugar do O de O Boticário.



Nessas horas, o mais importante é o bom senso. Ainda que o endereço do site pareça fácil, o usuário deve desconfiar da oferta quando uma empresa aérea está dando passagens, ou uma fabricante de cosméticos está liberando cremes de graça. Vale aplicar a sabedoria popular do velho ditado: “Quando a esmola é muita, o santo desconfia”.



“Não existe nenhuma promoção milagrosa. Aquela televisão de R$ 3.000 dificilmente será encontrada pela bagatela de R$ 500”, orienta Renato Falchet Guaracho, advogado especialista em direito eletrônico e digital do escritório Aith, Badari e Luchin Sociedade de Advogados.



Embora o número de golpes aumente nesta época de Natal, Black Friday e férias chegando, eles não são novos. Nos últimos meses já houve mensagens fraudulentas sobre FGTS inativo, 14º salário pago pelo governo, bingo online com chances grátis, possibilidade de alterar a cor do WhatsApp e informação sobre o aplicativo começar a ser pago.



Todas, compartilhadas incontáveis vezes, fazem a mesma coisa: espalham vírus ou capturam nome, CPF e dados bancários e de cartão de crédito. Os criminosos vendem esses dados no mercado paralelo ou usam, eles mesmos, para fazerem compras e empréstimos. O nome que fica sujo é o de quem caiu no golpe.



Pesquise. O Procon de São Paulo divulgou lista com 518 lojas que devem ser evitadas na Black Friday. Para acessar: http://sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite/list/evitesites.php



NÚMEROS



43% dos consumidores têm intenção de comprar na Black Friday se o desconto for bom, diz pesquisa do SPC e da CNDL



R$ 713 é a intenção de desembolso, em média, apontada por uma pesquisa nacional da GFK em parceria com a Vivo ADS



Brasileiro não acredita nas promoções



Uma pesquisa inédita indica baixa credibilidade nas ações do varejo brasileiro na Black Friday. Segundo o estudo, 74% dos consumidores ouvidos acreditam que poucas promoções são reais, pois muitas são mascaradas, e metade não vê vantagens na maior parte das ofertas.



Segundo o professor da Fundação Getulio Vargas Alberto Guerra, que conduziu a pesquisa, o principal motivo de frustração é que as pessoas buscam lançamentos. “A Black Friday é uma ação promocional originalmente de sobras de estoque e produtos de gerações ou coleções anteriores, inclusive nos Estados Unidos”, diz. (IM)



Por Isis Mota - OTempo




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