menu
Sete Lagoas - MG | Whatsapp: 31 996167463
Mega Cidade
Sete Lagoas - MG
FOLHA DE PAGAMENTO
POLÍTICA
POLÍTICA
FOLHA DE PAGAMENTO
Postada em 23/11/2017 ás 12h01 - atualizada em 23/11/2017 ás 12h01
Estado não sabe como pagar 13º
Informação foi dada pelo subsecretário de Planejamento, Ricardo Lopes, na ALMG
Estado não sabe como pagar 13º

Cidade Administrativa, sede do Governo de Minas

O subsecretário de Estado de Planejamento e Orçamento, Ricardo Lopes, afirmou nesta quarta-feira (22) que o governo de Minas ainda não sabe quando nem como fará o pagamento do 13° dos servidores públicos do Estado. O valor da folha deste ano ainda não foi divulgado, mas, segundo a assessoria de imprensa da secretaria de Fazenda, deve girar em torno de R$ 2,7 bilhões, como foi em 2016. Ele também disse não saber quando será incorporado o reajuste de 7,64% ao salário dos professores anunciado pelo Ministério da Educação em janeiro deste ano. Questionado sobre o fim do escalonamento do pagamento dos servidores e sobre o pagamento da segunda parcela do salário referente ao mês de outubro, que deveria ter sido depositado na quarta-feira, ele também não soube responder.



As declarações foram dadas durante a audiência pública na Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária da Assembleia Legislativa realizada para avaliar o cumprimento das metas fiscais estabelecidas para o Estado referentes ao segundo quadrimestre de 2017. Os secretários de Estado de Planejamento e Gestão, Helvécio Magalhães, e da Fazenda, José Afonso Bicalho, eram esperados na reunião, mas não compareceram.



Os números apresentados no relatório do governo apontam um superávit no segundo quadrimestre deste ano de aproximadamente R$ 2 bilhões em relação ao primeiro quadrimestre. Os deputados da oposição questionaram esse resultado, uma vez que, segundo eles, o governo não cumpre com suas obrigações fiscais.



“Se tivesse realmente o superávit, eles saberiam responder se há previsão do pagamento do 13° do ano de 2017, saberiam responder quando o Estado colocará em dia seus débitos com os municípios na área da educação e da saúde, que são dívidas que passam de R$ 2,6 bilhões. Então, é mais uma falácia desse governo que não tem feito absolutamente nada para melhorar a vida dos mineiros”, afirmou o líder da minoria, deputado Gustavo Valadares (PSDB).



O deputado Gustavo Corrêa (DEM) disse que o governo de Minas tenta iludir a população e mente para os mineiros. Segundo ele, os números apresentados não batem com o levantamento feito pela assessoria técnica do bloco Verdade e Coerência. “Cada vez fica mais claro que a máquina pública continua sendo inchada, sobretudo pelos companheiros do governador Fernando Pimentel (PT), e quem tem sido penalizada é a população, que não tem visto chegar na ponta final os repasses da saúde, do transporte escolar, os repasses do ICMS, que não têm sido feitos da forma que prevê a Constituição”, afirmou.



De acordo com Ricardo Lopes, para enfrentar a atual situação financeira, o Estado trabalha para aumentar a arrecadação. Segundo o líder de governo, deputado André Quintão (PT), operações como o fundo imobiliário e o Refis são um esforço do Executivo para melhorar a arrecadação. No entanto, ele explicou que o resultado dessas iniciativas não depende apenas do governo.



“Muitas dessas operações dependem também dos empresários, dos devedores, da própria sociedade mineira. Outro fator é o reaquecimento da economia. Hoje, existem fatores estruturais que podem melhorar a receita, mas que não dependem exclusivamente do esforço do governo”, disse.



Impostos



Sobre a possibilidade do aumento de impostos para melhorar o desempenho da arrecadação, o deputado André Quintão afirmou que o governo “não fará justiça fiscal em cima dos pobres”.



 



Quintão afirma que governo é austero



O deputado André Quintão (PT) afirmou que o governo faz um mandato cada vez mais austero, que significa ser mais rigoroso no controle de gastos. “O governo tem sido austero nas atividades e no custeio, mas não vai abrir mão de suas responsabilidades com a segurança pública, com a saúde, com a educação, com a assistência social em nome do equilíbrio fiscal”, disse.



O petista acrescentou que o povo mineiro não pode ser prejudicado na continuidade dos serviços públicos. “Minas não vai seguir a cartilha do governo federal de cortar direitos dos mais pobres em nome de um falso ajuste fiscal”, disse.



Para o deputado Gustavo Corrêa (DEM), o governo tem se mostrado irresponsável com os gastos. “Minas tem um governador que não tem pena de gastar o dinheiro do povo com almoços com menus caríssimos e regados a vinhos de boa qualidade, sem falar das viagens de helicópteros e o fretamento de voos que ninguém consegue ter acesso”, declarou.



 



Da Redação com O Tempo




leia também
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Enquete
Você é a favor o fim do horário de verão?

Sim
1560 votos - 70.2%

Não
661 votos - 29.8%

facebook
publicidade
© Copyright 2017 :: Todos os direitos reservados