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Postada em 27/11/2017 ás 18h43 - atualizada em 27/11/2017 ás 18h43
Câncer de pele é o mais comum no Brasil
Segundo a Organização Mundial de Saúde, até 2030, serão mais de 27 milhões de novos casos e 17 milhões de mortes causadas pela patologia
Câncer de pele é o mais comum no Brasil

Cuidar da pele não é meramente vaidade, é questão de saúde. "Quando alertamos os pacientes para usar protetor solar é, exatamente, para prevenção das doenças causadas pela exposição sem devida proteção. O uso do produto independe da idade ou sexo da pessoa", explica o dermatologista Bruno Vargas. Atualmente, o câncer de pele não melanoma é o tipo da doença mais comum no país e, em 2016, atingiu 175 mil pessoas, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA). Por isso, anualmente, no mês em que começa o verão, ocorre a campanha do Dezembro Laranja para alertar sobre a necessidade da prevenção e de se ter cuidados com o maior órgão do corpo. 



 



O fato de o Brasil ser um país tropical faz com que a incidência de raios UV seja intensa o ano todo, por isso, é preciso estar sempre atento aos cuidados com a saúde da pele. “Grande parte das pessoas pensa que só devemos nos proteger do sol quando vamos à praia ou à piscina, e esse é um hábito perigoso, pois estamos suscetíveis aos danos dos raios UV em todas as estações”, explica Vargas.



 



O radio-oncologista da Radiocare, centro avançado de radioterapia do Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte, Leonardo Chamon, explica que são vários os fatores de risco. “O sol, com certeza é o principal causador da doença e, como seu efeito é acumulativo, é mais comum a incidência da doença em indivíduos com mais de cinquenta anos”, afirma.  Ainda segundo o especialista, quando se tem antecedentes familiares, é preciso estar ainda mais atento e fazer acompanhamento mais freqüente.



Estudos feitos recentemente na Universidade Yale, nos Estados Unidos, sobre a melanina, pigmento que dá coloração e ajuda na proteção à pele, apontam que, ao contrário do que se pensava, não só pessoas com a pele clara (com menor quantidade de melanina) estão suscetíveis à doença. Isso acontece porque os danos causados pelos raios UV ao DNA dos melanócitos (células produtoras de melanina), fazem com que os prejuízos à pele continuem se agravando durante horas, mesmo quando a pessoa já não está exposta ao sol.



 



Quando se preocupar



É muito comum aparecerem manchas e irritações na pele, quando os devidos cuidados não são tomados. Então, como saber o que pode ser sintoma de um câncer? “Grande parte dos brasileiros possui pintas ou manchas e nunca procurou avaliar com um dermatologista se há algum risco. O ideal é visitar um especialista regularmente ou quando observar quaisquer anormalidades, já que a chance de cura sobe para 90%, quando diagnosticado precocemente”, aconselha Vargas.



 



Existem tipos diferentes de câncer de pele, os principais deles o Carcinoma basocelular (CBC), o Carcinoma espinocelular (CEC) e o Melanoma. “Nos dois primeiros casos (CBC e CEC), o câncer atinge camadas da epiderme (camada superior da pele) e apresenta mais chances de eficácia no tratamento, que pode ser feito por meio de cirurgia ou radioterapia”, conta Chamon. Ele completa que no caso do melanoma, camadas mais profundas da pele são atingidas e, consequentemente, o tratamento mais intenso e invasivo.



 



Tratamento



 



“É preciso estar em dia com as consultas de rotina, porque quanto mais cedo for diagnosticado, maiores as chances de cura, assim como em outros tipos de câncer”, pondera o radio-oncologista. Apesar de muito se ouvir a respeito do melanoma, ele é o tipo menos frequente de câncer de pele, e também o mais grave.



 



Segundo o especialista, a radioterapia é um dos tratamentos indicados em casos de câncer, podendo ser utilizado como forma exclusiva de combate ou combinado a outros métodos como cirurgia e quimioterapia. “Na maioria dos casos, os efeitos da radioterapia são bem tolerados pelos pacientes, desde que a dosagem indicada para o tratamento seja respeitada”, explica.




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