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Postada em 05/12/2017 ás 15h35 - atualizada em 05/12/2017 ás 15h35
Atleticanas cobram respostas do clube sobre condenação de Robinho
Torcedoras pedem um posicionamento mais incisivo sobre a pena do atleta e afirmavam que o silêncio é uma agressão a elas
Atleticanas cobram respostas do clube sobre condenação de Robinho

Grupo de atleticanas quer respostas mais incisivas do clube sobre condenação de Robinho

Incomodadas com o esclarecimento vago do Atlético sobre a sentença da Justiça Italiana, que condenou o atacante Robinho a nove anos de prisão por agressão sexual grupal a uma garota albanesa, de 22 anos, um grupo de torcedoras do clube colocou, na madrugada de segunda para terça-feira (5),  duas faixas em frente à sede do clube, localizada no bairro de Lourdes, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. As atleticanas pediam um posicionamento mais incisivo sobre a pena do atleta e afirmavam que o silêncio era uma agressão a elas.



"Um condenado por estupro jogando no Galo é uma violência contra todas as mulheres", dizia uma das faixas. Na outra, as palavras eram direcionadas ao clube. "Galo, seu silêncio é violento. Não aceitamos estupradores".



Em contato com a reportagem, o grupo Feministas do Galo, com apoio da Galo Marx, explicou que não acusam o jogador de estupro, uma vez que ainda há outras instâncias do julgamento. Porém, pedem uma resposta mais incisiva do clube sobre o assunto.  





"(as faixas) Foram colocadas ontem (segunda-feira) em uma ação do grupo Feministas do Galo, com o apoio da Galo Marx. Não estamos acusando o Robinho de estuprador, pois ainda há outras instâncias do julgamento. E nem ao menos apoiamos encarceramento. Apenas queremos que o Galo se manifeste a respeito de um atleta de seu plantel sofrer esse tipo de acusação grave", explicou o coletivo.



Em contato com a reportagem, o Atlético afirmou que, assim como outrora, não se manifestará sobre o ocorrido, pois é um assunto pessoal do atleta.



Em novembro, Robinho foi condenado a nove anos prisão por agressão sexual grupal a uma garota albanesa, de 22 anos, em uma discoteca de Milão, em 22 de janeiro de 2013. O ato, de acordo com a investigação, foi consumado por Robinho, que defendia o Milan naquela época, e outras cinco pessoas. O veredicto foi dado em primeiro instância. Dessa forma, o jogador poderá ainda recorrer à Justiça local. Enquanto não houver condenação final, a pena não será aplicada. Assim, o atacante alvinegro responderá o caso em liberdade.



À época, em nota, a empresária do jogador, Marisa Alija Ramos, informou que Robinho já se defendeu das acusações e que nega participação no ato.



"Sobre o assunto envolvendo o atacante Robinho, em um fato ocorrido há alguns anos, esclareço que meu cliente já se defendeu das acusações, afirmando não ter qualquer participação no episódio. Todas as providências legais já estão sendo tomadas acerca desta decisão em primeira instância", declarou a empresária. 




FONTE: Da redação com OT
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