
Um jovem de 23 anos sofreu choque séptico e falência geral dos órgãos após ser picado por uma aranha-violinista. O homem morreu neste sábado (17 de agosto), no hospital de Bari, na região de Apúlia, no sul da Itália.
Entretanto, ele recebeu a picada há mais de um mês, enquanto trabalhava em uma plantação. Desde então, estava internado na unidade médica.
O jovem, chamado Giuseppe Russo, não foi o único a sofrer este tipo de incidente nos últimos meses na Itália. A agência de notícias AFP destaca, em reportagem publicada pelo jornal O Globo, que, em julho deste ano, um policial chamado Franco Aiello também morreu após ser picado por outra aranha da mesma espécie.
De acordo com a AFP, a aranha-violinista (Loxosceles reclusa) é encontrada em países mediterrâneos, na Ásia e na América do Norte.
A espécie é pequena e foi batizada desta forma por, geralmente, ter uma mancha em seu corpo que lembra o formato de um violino.
Ainda segundo a agência de notícias internacional, este tipo de aranha gosta de terrenos áridos, fendas e é frequentemente encontrada em jardins de áreas residenciais.
No Brasil, de modo geral, há diversas espécies de aranhas do gênero Loxosceles, conhecidas como aranha-marrom, aranha-violino ou aranha-violinista.
O gênero é classificado pelo Ministério da Saúde como um dos três considerados de importância em saúde pública, com os Phoneutria e Latrodectus.
De acordo com informações da pasta, as aranhas do gênero Loxosceles não são agressivas, elas picam geralmente quando comprimidas contra o corpo.
“Elas possuem hábitos noturnos, constroem teias irregulares, como “algodão esfiapado”. Escondem-se em telhas, tijolos, madeiras, atrás ou embaixo de móveis, quadros, rodapés, caixas ou objetos armazenados em depósitos, garagens, porões, e outros ambientes com pouca iluminação e movimentação”, explica o ministério.
Em relação a acidentes com as aranhas Loxosceles no Brasil, eles ocorrem com maior frequência nos meses de outubro a março, com sazonalidade semelhante à dos acidentes ofídicos (por serpentes) e escorpiônicos (por escorpiões).
A explica ainda que a região Sul é responsável por cerca de 80% das notificações de acidentes loxoscélicos no Brasil. Segundo dados do DATASUS, foram registrados 8.748 acidentes causados por aranhas Loxosceles no país em 2023, 6.460 deles nos estados do Sul.
O ministério explica que, a grande maioria das aranhas possuem glândula de veneno e causam envenenamento. Apenas duas famílias, Uloboridae e Holoarchaeidae, não possuem as glândulas.
No caso de um acidente, a pasta orienta lavar o local da picada, usar compressas mornas para auxiliar no alívio da dor e procurar o serviço médico mais próximo. Se possível, recomenda “levar a aranha para identificação, ou uma fotografia nítida, caso a captura deste não represente risco de novo acidente”.

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