
O Tribunal do Júri absolveu a ré acusada de matar e decepar o órgão genital de um homem no bairro Taquaril, em Belo Horizonte. A decisão foi tomada nesta terça-feira (24) e formalizada pela juíza Maria Beatriz Fonseca Biasutti, que considerou improcedente a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). O crime ocorreu na madrugada de 11 de março de 2025.
Em depoimento, a ré afirmou que conhecia a vítima desde a infância, já que moravam próximos, e que os dois mantinham um relacionamento esporádico. Segundo ela, o homem tinha livre acesso à residência.
O Tribunal do Júri absolveu a ré acusada de matar e decepar o órgão genital de um homem no bairro Taquaril, em Belo Horizonte. A decisão foi tomada nesta terça-feira (24) e formalizada pela juíza Maria Beatriz Fonseca Biasutti, que considerou improcedente a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). O crime ocorreu na madrugada de 11 de março de 2025.
Em depoimento, a ré afirmou que conhecia a vítima desde a infância, já que moravam próximos, e que os dois mantinham um relacionamento esporádico. Segundo ela, o homem tinha livre acesso à residência.
A mulher relatou que, cerca de duas semanas antes do crime, descobriu que o homem enviava mensagens de conteúdo sexual para a filha dela, de 11 anos, por meio de recursos de visualização única.
Na madrugada do fato, a mulher afirmou ter acordado com gritos da criança e encontrado o homem sobre a menina, tentando silenciá-la com as calças abaixadas.
A mulher admitiu ter arrastado o agressor até a sala e desferido diversos golpes de faca para contê-lo. Após a morte, um adolescente teria ajudado a levar o corpo para uma área de mata, onde foi ateado fogo. Embora a denúncia do MPMG sustentasse que a vítima ainda estava viva no momento da mutilação, os jurados acataram a tese da defesa e decidiram pela absolvição, encerrando o caso.
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