

A depressão também pode afetar crianças e adolescentes e nem sempre se manifesta da mesma forma que em adultos. Mudanças persistentes de comportamento devem ser observadas por familiares, responsáveis, professores e profissionais de saúde.
Entre os sinais que podem indicar a necessidade de avaliação estão alterações frequentes de humor, irritabilidade, isolamento social, queda no desempenho escolar, mudanças nos hábitos de sono e alimentação e queixas físicas sem uma causa médica identificada.
Especialistas recomendam procurar avaliação profissional quando as mudanças permanecem por várias semanas, são intensas ou apresentam piora. O diagnóstico precoce pode contribuir para o início do tratamento e para a adoção de estratégias adequadas a cada caso.
O acompanhamento pode envolver psicoterapia, participação da família e, quando necessário, uso de medicamentos sob orientação e supervisão médica. O apoio familiar e a manutenção de um ambiente seguro para que crianças e adolescentes possam falar sobre seus sentimentos também são considerados importantes.
Em situações de risco imediato, especialmente quando há pensamentos ou comportamentos relacionados à automutilação ou ao suicídio, a orientação é procurar atendimento de emergência.
A atenção aos sinais e a busca por ajuda profissional podem contribuir para que crianças e adolescentes recebam o cuidado necessário no momento adequado.
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