
O projeto PPI favela vem arrastando a quatro anos em Sete Lagoas e vem gerando muita desconfiança falta de informações e principalmente insatisfação das famílias envolvidas no projeto.

Esta semana o vereador e líder do prefeito Marcio Reinaldo Renato Gomes, que também é morador da região, cobrou do Legislativo a necessidade de aprovação do projeto o mais rápido possível. Segundo ele, a prefeitura precisa da anuência do Legislativo para um crédito suplementar de mais de 3 milhões de reais para que a inicie a demolição das residências no bairro Luxemburgo e Kuwait. O projeto prevê demolição de 56 casas, a prefeitura chegou negociar com os moradores arcando com três meses de aluguel no valor de 3 mil reais, proposta que não foi aceita pelas famílias.
O vereador Marcelo da Cooperselta disse ter presenciado a aflição das famílias. Segundo ele, a prefeitura está querendo retirar os moradores sem a garantia da casa nova, não sou contra o projeto, mas é preciso inverter a pauta, construir as casas primeiro e depois retirar as famílias da região, insatisfeito Marcelo pediu vistas do projeto.
Milton Saraiva destacou a importância do projeto na região, segundo ele a comunidade do Kuwait é a República do Quênia, País da África Oriental em Sete Lagoas, com crianças brincando em meio ao esgoto e plantações de alimentos próximos do córrego poluído.
O vereador Caramelo Nacif defende mais esclarecimentos sobre o projeto, segundo ele, a forma da condução do projeto é que não está sendo legal e que os moradores precisam de informações concretas.
Diante dos questionamentos sobre o projeto PPI favela, a equipe de reportagem do megacidade.com, foi até o bairro ouvir o posicionamento das famílias envolvidas no projeto. Chegando ao local, não foi difícil encontrar moradores insatisfeitos com o caso. A moradora Vânia Pires mora no bairro há décadas, segundo ela, houve somente uma conversa na unidade do Cras do bairro Bernardo Valadares onde a prefeitura ofereceu somente três meses de aluguel no valor de 3 mil reais, as conversas teriam sido individuais e em hora nenhuma disseram onde seriam construídas as casas. Ela disse ainda que a prefeitura marcou as casas sem dar nenhuma informação para os moradores.

Outro morador insatisfeito com a situação é o senhor Caetano Pereira Leite, ele teria feito até um abaixo-assinado com assinatura dos moradores afetados onde enviou para o Ministério Público da cidade. Ele ainda apresentou um documento emitido pela Coordenação Geral do PAC(Programa de Aceleração do Crescimento) com a data de outubro de 2009 informando que a residência não seria demolida. Caetano disse ainda que gastou mais de 30 mil reais em reforma na sua casa e que só sai de sua residência se for indenizado pelo valor real do imóvel.

Assista o vídeo do morador Caetano Leite insatisfeito com a situação:
https://www.youtube.com/watch?v=y10h0pCQLcE&feature=youtu.be
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