
Uma operação desencadeada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) cumpriu na manhã desta quinta-feira (24), 14 mandados de busca e apreensão em pelo menos cinco cidades da Zona da Mata e da região Central de Minas. Sete Lagoas é uma delas.
O objetivo foi localizar e apreender provas de um esquema criminoso que frauda licitações e pratica os crimes de peculato, desvio, corrupção e associação criminosa.
Dentre os alvos da operação estão um prefeito, um presidente da Câmara Municipal e empresários atuantes nas regiões. Segundo o MPMG, além de Sete Lagoas, a “Operação Probo” aconteceu em Ponte Nova, Viçosa, Manhuaçu e Santa Cruz do Escalvado.
Em Sete Lagoas, a operação foi realizada no bairro Boa Vista e Centro da cidade. De acordo com informações, as diligências aconteceram em um estabelecimento comercial na Rua Joaquim Cândido (Centro) e em um apartamento na Rua Goiás (Boa Vista).
A reportagem tentou apurar junto ao órgão os nomes dos envolvidos e em quais prefeituras foram cumpridos mandados, mas nos foi informado que mais dados serão repassados posteriormente.
Conforme as prefeituras das quais a reportagem conseguiu entrar em contato, não foi informado nenhum cumprimento de ordem judicial nesses locais.
As investigações estão em curso na Procuradoria Especializada no Combate a Crimes Praticados por Agentes Políticos Municipais.
Participaram da operação quatro promotores de Justiça, cinco delegados da Polícia Civil, 34 policiais civis, oito policiais militares, 20 agentes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), dois servidores do MPMG e um perito criminal.
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