A Polícia Civil de Minas Gerais solicitou dados para outros quatro Estados – São Paulo, Alagoas, Bahia e Santa Catarina – para conseguir identificar as 19 pessoas que morreram em decorrência da queda de um ônibus de um viaduto localizado na BR-381, em João Monlevade. A partir desses dados, foi possível fazer a análise das impressões digitais de todas as vítimas em menos de 48 horas.
“Fizemos um trabalho extremamente humanizado e, ao mesmo tempo, com técnica de excelência”, afirmou Tatiana Telles Koeler de Matos, chefe da Divisão de Medicina Legal do Interior da PCMG.
Ela explicou que, assim que a polícia foi notificada do acidente, dois médicos legistas foram enviados ao local, de helicóptero, para fazer um levantamento do número de mortos – e, consequentemente, fazer uma previsão de quantos parentes seriam atendidos em uma unidade do Instituto Médico Legal.
A partir das informações passadas por eles – de que havia 14 mortos no local e mais de 20 feridos –, a Polícia Civil decidiu concentrar todo o trabalho de identificação dos corpos no IML de Belo Horizonte. “O IML disponibilizou assistentes sociais e psicólogos para atender os familiares das vítimas”, adiantou.
As famílias das vítimas foram acolhidas nas instalações do Sesc e receberam alimentação de uma unidade do Restaurante Popular. Para elas se deslocarem, um ônibus foi colocado à disposição pelo governo de Minas.
Tatiana destacou ainda uma parceria com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais para facilitar os trâmites burocráticos para as famílias que tiveram de se deslocar de Alagoas para Minas Gerais. “Um cartório foi montado dentro das dependências do IML, e não foi necessário que os familiares das vítimas fossem até Monlevade para pegar o atestado de óbito”, explicou.
Havia 48 pessoas no ônibus e 19 delas morreram. Os corpos já foram trasladados para Mata Grande, Alagoas, e para a capital de São Paulo nesta segunda-feira.
Quinze feridos já receberam alta médica. Há ainda sete pessoas internadas no Hospital Margarida, em Monlevade. Em Belo Horizonte, estão três dos feridos que estavam em estado mais grave. Um adulto e uma criança estão no João XXIII, enquanto outra criança está no João Paulo II.

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