Conhecida pela mineração de calcário, a cidade de São José da Lapa começa a ser projetada nacionalmente como um destino turístico concorrido na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O município, que fica a apenas 28 Km da capital mineira e 10 minutos do Aeroporto Internacional de Confins, foi o local escolhido para sediar o Aquabeat, que será o maior parque aquático do estado, com piscina de ondas dupla, rio lento, toboáguas de adrenalina, áreas infantis, quiosques, restaurantes, choperias e várias outras atrações.
O empreendimento, criado pelos mesmos construtores do parque aquático Minas Beach, em Raul Soares, interior de Minas Gerais, ocupará um terreno de 87 mil m² e, ainda na fase de construção, deve gerar mais de 400 empregos diretos e indiretos. As obras serão iniciadas ainda no mês de março em uma área às margens do Km 18 da rodovia MG-424, o que facilitará o acesso de visitantes oriundos de Belo Horizonte ou do Aeroporto Internacional de Confins.
De acordo com Tassar Neto, sócio do empreendimento, o local escolhido para a construção do parque não foi por acaso. “É uma localidade rica em água, ao lado de um parque ecológico e possui posição geográfica privilegiada, além da proximidade do aeroporto. A região possui clima tropical com temperaturas altas a maior parte do ano, dispondo também de belezas naturais únicas na região. São José da Lapa ainda conta com infraestrutura de excelentes rodovias pavimentadas e sem problemas de tráfego”, explica.
Prefeito comemora
Os sócios da iniciativa afirmam que a prioridade para o preenchimento das vagas para trabalhar no estabelecimento é para os habitantes de São José da Lapa, o que é motivo de comemoração para o prefeito Diego Álvaro dos Santos (Avante). “A cidade
fica muito satisfeita por receber um empreendimento como o Aquabeat, que envolve turismo, lazer, desenvolvimento econômico e, acima de tudo, criação de emprego e renda para o nosso município”, conta o chefe do executivo.
De acordo com o prefeito de São José da Lapa, a instalação do empreendimento, que tem a expectativa de receber quase 500 mil pessoas por ano, ajudará a desenvolver um setor até então não explorado pela cidade. “O nosso município está dentro da região calcária, que desenvolve atividades relacionadas aos segmentos cimenteiro e de calcinação e, junto a isso, aos serviços relacionados. Agora, passaremos a ser um polo turístico, a partir do indutor econômico que vai ser o Aquabeat, que não ficará restrito ao parque, mas impactará também na rede hoteleira, restaurantes e outros negócios que se beneficiem do turismo. E isso ajuda no crescimento da economia da cidade como um todo”, destaca Diego Álvaro do Santos (Avante).

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