
Quinze agricultores familiares de Jequitibá, na região Central, vão fornecer mais de 34 toneladas de feijão carioca tipo 1 para a alimentação escolar de alunos da rede municipal de ensino de Belo Horizonte. O contrato de um ano com a prefeitura da capital foi assinado por representantes da Cooperativa dos Agricultores Familiares de Jequitibá e Região (Cooperaje) e da Secretaria Municipal Adjunta de Segurança Alimentar e Nutricional (Smasan).
Segundo dados do escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) em Jequitibá os produtores já possuem experiência com o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), desde 2012, antes mesmo de formar a cooperativa.
Depois, organizados na Cooperaje, os agricultores familiares passaram a comercializar hortifrutigranjeiros a partir de 2014. “Atualmente a cooperativa vende para oito municípios próximos a Sete Lagoas, sendo esse o primeiro fornecimento de feijão beneficiado”, explica Marilene Figueiredo, que integra a equipe técnica da Emater-MG que presta assistência aos agricultores.
De acordo a extensionista da Emater-MG, a empresa exerce importante papel na assistência técnica à cooperativa, que tem 45 cooperados, desde a sua criação em agosto de 2013. Sempre chamando a atenção para a atuação em equipe, ela salienta a importância do trabalho de educação continuada em cooperativismo, na perspectiva do fortalecimento da agricultura familiar em relação ao mercado.
“O contrato com a prefeitura de BH foi um estímulo e poderá ser seu divisor de águas”, afirma Marilene, satisfeita com mais esse passo dado pela organização dos agricultores.
Já segundo a extensionista Mara Dias de Castro, também da equipe da empresa pública de extensão rural, o próximo passo será a implantação de uma unidade de beneficiamento de feijão no município de Jequitibá para a limpeza, classificação e embalagem do grão. Por enquanto, o trabalho é terceirizado. “É a Emater trabalhando a inclusão produtiva”, diz.
O município de Jequitibá tem na agricultura familiar o seu pilar, sendo a horticultura a principal atividade, com a produção de tomate, mandioca, abóbora, moranga, abobrinha italiana, cenoura, beterraba e folhosas, entre outras.
Com a maior comercialização do feijão, via mercados institucionais, como o PNAE, isso pode mudar e melhorar as opções de vendas desses produtores. O PNAE é um programa do Governo federal que garante que 30% dos recursos para a merenda escolar sejam destinados à compra de gêneros alimentícios produzidos pela agricultura familiar.

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