
A saga começa no mês de fevereiro de 2024, quando João Pedro foi aprovado e realizou a autodeclaração étnica, se declarando como pardo para ingressar no CEFET-MG. Porém, após uma banca de análise de heteroidentificação, os avaliadores decidiram por unanimidade que ele não seria pardo, desencadeando uma série de recursos e uma batalha judicial.
A saga começa no mês de fevereiro de 2024, quando João Pedro foi aprovado e realizou a autodeclaração étnica, se declarando como pardo para ingressar no CEFET-MG. Porém, após uma banca de análise de heteroidentificação, os avaliadores decidiram por unanimidade que ele não seria pardo, desencadeando uma série de recursos e uma batalha judicial.
Telma, mãe de João Pedro, relata que recorreram da decisão para uma análise presencial, mas ainda assim a instituição não reconheceu o pedido. A família teve que buscar a justiça, realizando rifas e vaquinhas para custear os advogados.
Mesmo com as aulas já iniciadas em março, a 2ª Vara Federal de Sete Lagoas recusou o pedido da defesa e manteve a decisão da banca avaliadora do CEFET-MG. João Pedro continua trabalhando enquanto aguarda o desfecho da história, lutando pelo reconhecimento de sua origem e ancestralidade.
A instituição CEFET-MG afirma que a análise da banca de heteroidentificação segue padrões legais e que os avaliadores possuem qualificação adequada, ressaltando que todas as entrevistas são gravadas conforme as diretrizes federais para cotas étnicas.

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