
O Atlético-MG ajudou a polícia de Minas Gerais a identificar e prender no domingo (17) o torcedor que arremessou uma bomba no gramado da Arena MRV durante a final da Copa do Brasil. O artefato atirado ao campo acabou atingindo o fotógrafo Nuremberg José Maria, de 67 anos, que, como consequência, teve um tendão do pé rompido, além de ter fraturado três dedos da mão. Em uma coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira (18), o governo de Minas Gerais anunciou que o torcedor será indiciado por tentativa de homicídio.
De acordo informações da polícia, o homem preso mora em Contagem, região próxima ao centro de Belo Horizonte. Além disso, o torcedor não possui antecedentes criminais e inicialmente não faz parte de nenhuma torcida do Atlético-MG, apesar de ter estado no setor onde se concentram as organizadas do clube.
“Ele não é parte de uma das organizadas pela forma como eles se identificam, mas ele estava no meio da organizada pela forma como ele adquiriu o ingresso. Ele entra com as bombas porque o sistema de revista é frágil. E é por isso que nós (governo estadual) queremos assumir esse sistema de revista em jogos mais críticos”, disse Mauro Simões, vice-governador de Minas Gerais.
Após quase uma semana internado, o fotógrafo recebeu alta hospitalar na última sexta. Porém, o drama do profissional pode aumentar, já que Nuremberg atua como autônomo e está inapto a trabalhar nos próximos três meses.
Durante os últimos minutos da final da Copa do Brasil, quando o título do Flamengo estava encaminhado, vários torcedores do Atlético-MG atiraram objetos em direção ao campo. Com o grande número de artefatos registrados na súmula da partida, o STJD determinou a interdição provisória da Arena MRV.

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