
Profissionais da saúde ligados à Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) iniciaram nesta terça-feira (17) uma greve em protesto contra a política salarial do governo estadual. A paralisação foi aprovada em assembleia da categoria, que afirma não ter obtido avanços nas negociações com o Executivo.
De acordo com representantes sindicais, os trabalhadores acumulam perdas salariais que ultrapassam 12% nos últimos anos. O reajuste de 5,4% apresentado pelo governo é considerado insuficiente pela categoria.
Além da questão salarial, os servidores apontam outros problemas enfrentados no dia a dia das unidades de saúde, como descontos considerados indevidos nos contracheques, ausência de atualização do adicional de insalubridade há mais de dez anos, sobrecarga de trabalho e dificuldades relacionadas à infraestrutura hospitalar e aos sistemas utilizados.
Segundo os sindicatos, essas condições afetam tanto os profissionais quanto o atendimento prestado à população.
Mesmo com a paralisação, os trabalhadores informaram que será mantida uma escala mínima de funcionamento para garantir os atendimentos essenciais nas unidades administradas pela Fhemig.
Como parte da mobilização, servidores também organizaram um ato em frente ao Hospital João XXIII, em Belo Horizonte.
A Fhemig é responsável por uma extensa rede de atendimento em Minas Gerais, com mais de 13 mil profissionais atuando em hospitais, maternidades, centros de especialidades, reabilitação, saúde mental e no sistema estadual de transplantes.
Até o momento, o governo de Minas Gerais não havia divulgado posicionamento oficial sobre as reivindicações apresentadas pela categoria.
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