Leonardo Silva também falou sobre o gol diante do Olimpia e também a defesa de Victor no pênalti no último lance do tempo normal do segundo jogo das quartas de final contra o Tijuana, que garantiu o empate por 1 a 1 e a classificação para as semifinais. Mas o zagueiro ressaltou que outros jogadores também tiveram muita importância na conquista.

"Esses dois lances se tornaram uma marca. Quartas de final e na final. Então se tornam uma marca resumida de toda a história. Mas, a cada jogo, sempre teve um personagem, alguém que se destacou e decidiu um jogo. Na fase de grupos, o Bernard foi muito bem. O Jô também, brigando para ser artilheiro. Contra o Arsenal, o Bernard faz três gols. Na semifinal, o Guilherme faz o gol no jogo do apagão. Na final, o Michel, que pouco foi relacionado, disputou a decisão. Cada jogo tem sua história", disse Léo Silva.

 

O título é lembrado até hoje pelos atleticanos e os jogadores ficaram eternizados na história do clube. Victor diz que até hoje é parado por torcedores que agradecem pelo o que fizeram em campo, e que a conquista teve a cara do que é ser Atlético.

"Por mais que o tempo passe, a relação não esfria, ela se aquece. Gratidão é a palavra que define muito bem o torcedor nesse sentido. Quando eu vou aos lugares, eles agradecem muito pelo o que fizemos, pelo o que representamos. Acho que foi um título que representou o que é ser atleticano. Sentimento de gratidão vem muito pelo torcedor se sentir representado por aqueles que estavam no Mineirão. Acho que é importante, para todo jogador que venha vestir essa camisa e possa ganhar novos títulos, entender o que é a cultura do futebol, o que é a história do Atlético e o que é vestir essa camisa", concluiu Victor.