
O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) usou o Twitter, na manhã desta terça-feira, para comunicar a indicação de mais um ministro, o general do Exército Fernando Azevedo e Silva para o Ministério da Defesa.
Azevedo e Silva foi exonerado em julho deste ano do cargo de chefe do Estado Maior, passando para a reserva, e nomeado assessor do ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), DiasToffoli.
O presidente eleito chegou a anunciar o general Augusto Heleno para a Defesa, porém optou por colocar o militar no Gabinete de Segurança Institucional.
O nome do general é o sétimo a ser indicado para compor o ministério de Bolsonaro, que deverá ter em sua equipe entre 15 e 17 ministros.
Já foram indicados o deputado federal Onyx Lorezoni (DEM), Casa Civil, o economista Paulo Guedes, Economia ( que será uma fusão dos ministérios da Fazenda, Planejamento e Indústria e Comércio), o juiz Sérgio Moro, Justiça e Segurança Pública, a deputada federal Tereza Crsitina (DEM), Agricultura, o astronauta Marcos Pontes, Ciência e Tecnologia, e o general Augusto Heleno, Gabinete de Segurança Institucional.
Atualmente, o general é assessor especial no gabinete da presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). Natural do Rio de Janeiro, Azevedo e Silva foi declarado aspirante a oficial da Arma de Infantaria, em 14 de dezembro de 1976. Foi comandante da Brigada de Infantaria Paraquedista (de 2007 a 2009); comandante do Centro de Capacitação Física do Exército (2009 a 2011); diretor do Departamento de Desporto Militar e presidente da Comissão Desportiva Militar do Brasil do Ministério da Defesa (2012). Foi presidente da Autoridade Olímpica (de 2013 a 2015) e comandante militar do Leste, no Rio de Janeiro, em 2016. Integrou, como atleta, as equipes das Forças Armadas de Voleibol e de Paraquedismo. Disputou os campeonatos Brasileiro (infantil e juvenil), os Jogos Estudantis Brasileiros (JEBs), o Mundial Militar do Conselho Internacional do Desporto Militar, entre outros.
O presidente eleito pousou na manhã desta terça na base área para uma nova rodada de conversas com autoridades.
Bolsonaro deverá ficar em Brasília hoje e amanhã (14) para dois dias de reuniões. Está agendada a participação dele em reuniões no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde a equipe do governo de transição trabalha.
Estado de Minas

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