
Ronaldinho, assim como seu irmão, Assis, seguirão presos no Paraguai. Nesta sexta-feira, os juízes do Tribunal de Apelação Pedro Mayor Martínez, Gustavo Santander e Gustavo Campos, negaram o novo pedido de liberdade do craque brasileiro, detido desde a última semana suspeito de entrar no país com passaporte e documento de identidade adulterados.
O Ministério Público do Paraguai também investiga a participação do ex-jogador em organizações criminosas e em esquema de lavagem de dinheiro.
Na quinta-feira, a defesa de Ronaldinho entrou com um recurso em segunda instância contra a rejeição do pedido de prisão domiciliar feita pelo juiz Gustavo Amarilla, no último dia 10.
Na manhã desta sexta-feira (13), a polícia fez uma operação de busca e apreensão na casa da empresária Dalia López, responsável por levar Ronaldinho Gaúcho e Roberto Assis para Assunção. Lá encontrou quatro mil bolas promocionais com as mesmas fotos usadas nos documentos adulterados do ex-jogador.

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