
O Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos (Sincofarma-MG) acredita que a obrigatoriedade do uso das máscaras, estabelecida a partir desta quarta-feira em Belo Horizonte, não influenciará nos preços do acessório, mesmo com a expectativa de um aumento mais de 60% na procura do produto.
Segundo diretora do Sincofarma-MG, Kátia Bom Conselho, apesar de ser um problema inesperado, o setor está preparado para a demanda. “Passamos por um período de dificuldade para encontrar matéria-prima, mas agora estamos atingindo o nível que eu acho que vai ser suficiente para a população”, diz.
Katia afirma que o setor se adequou à necessidade da pandemia, produzindo máscaras reutilizáveis e com amarras, e espera poder vendê-las num preço acessível. “A gente vai conseguir ter boas máscaras por volta de R$ 2,50”, finaliza.

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