
As redes sociais já fazem parte da rotina dos adolescentes. As plataformas facilitam o contato e as interações desse público com outras pessoas, porém, pesquisadores descobriram que elas também podem estar ligadas a alterações cerebrais significativas.
A pesquisa analisou 169 adolescentes de 12 anos que usavam o Facebook, Instagram e Snapchat.
Em termos científicos, o estudo constatou que esses adolescentes tiveram alterações em regiões do cérebro responsáveis por processar as emoções, percepção afetiva de empatia com o próximo, no comportamento emocional e na regulação e controle cognitivo e emocional, controle da atenção e planejamento temporal.
Isso significa, de forma prática, que essa parcela da população está ficando, por exemplo, menos sensível às interações sociais - mais solitária e menos conectada com seus colegas.

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