
Mais de uma semana após a morte da bebê Emanuelly Vitória, que supostamente teve a cabeça arrancada durante o parto no Hospital das Clínicas, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na região Centro-Sul de Belo Horizonte, o corpo ainda não tem data para ser liberado do Instituto Médico-Legal (IML) para realização do enterro.
Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), o caso é complexo e ainda faltam exames a serem realizados. “O caso se reveste de grande complexidade e demanda estudos necroscópicos e laboratoriais detalhados. O corpo será liberado tão logo os médicos legistas definam que não serão necessárias coletas adicionais de tecidos para análises”, afirmou em nota.
A polícia reforça que os trabalhos foram iniciados imediatamente após a chegada do corpo da bebê no IML Dr. André Roquette, no bairro Gameleira, região oeste de BH.
Conforme a advogada de defesa da família, Jennifer Valente, a mãe, Ranielly Coelho, de 34 anos, foi avisada de que o corpo levaria mais tempo antes de ser liberado. “Não há previsão para liberação. Ontem (8 de maio), a família foi informada que será necessário de alguns exames complementares para o laudo preliminar. Então, é possível ficar ainda mais algumas semanas”, conta. “O laudo da Polícia Civil mesmo, só deve ser concluído em torno de 30 dias. Isso o preliminar”, explica.

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