
Metade das mortes por afogamento em Minas ocorre em rios, riachos ou córregos. A força das correntezas ajuda a explicar a concentração das tragédias nesses cursos d’água. No entanto, atitudes imprudentes, como nadar em locais desconhecidos e consumir bebida alcoólica antes da diversão, potencializam os riscos. O alerta aos banhistas de que todo cuidado é pouco é reforçado pelos Bombeiros principalmente a partir de hoje, com a chegada do feriado prolongado.
Ao todo, até agosto deste ano, 196 pessoas morreram afogadas no Estado. O número é maior se comparado ao mesmo período de 2022, que teve 176 ocorrências. Além dos rios – onde 100 vidas foram perdidas –, a lista elaborada pela corporação mostra os chamados em lagoas e represas (81), piscinas (4) e outros locais não identificados (2).
“Se considerarmos só as ocorrências em ambientes naturais, como rios, cachoeiras e represas, chega a 90% a concentração. Isso ocorre porque são locais não controlados, com situações surpresas. Às vezes uma pedra solta pode contribuir para o afogamento”, acrescenta o tenente Elton Assumpção, da assessoria de comunicação do Corpo de Bombeiros.
FORTUNA DE MINAS Fortuna de Minas realiza neste sábado atendimento especial do Novembro Azul
INHAÚMA Inhaúma abre inscrições para nova etapa de castração gratuita de cães e gatos
Caetanópolis Caetanópolis promove caminhada ecológica em campanha de prevenção à saúde
Sete Lagoas Sábado será de calor de até 33°C e possibilidade de chuva em Sete Lagoas
MATOZINHOS Jiboia é flagrada em árvores nas proximidades do campo do Chalé, em Matozinhos
Sete Lagoas Sete Lagoas recebe primeira Corrida da Polícia Civil em dezembro
INHAÚMA Novembro Azul reforça a importância dos cuidados com a saúde masculina em Inhaúma
PARAOPEBA Paraopeba conquista destaque estadual pelo segundo ano consecutivo na área de controle interno
Sete Lagoas Caminhão atinge fila de veículos em trecho de obras e provoca acidente envolvendo nove veículos Mín. 21° Máx. 33°


