
O Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG) confirmou a demissão por justa causa de uma bancária que abriu uma loja de lingeries enquanto estava afastada com um atestado médico por problemas de saúde.
De acordo com o processo, a empregada estaria vendendo peças de lingerie e realizando eventos. Ela teria usado suas redes sociais para divulgar o novo empreendimento. Apurações deram conta de que o e-mail e telefone no banco do RH do banco eram os mesmos usados na loja.
Ligações foram feitas para o estabelecimento e a dona relatou que costumava trabalhar pela amanhã até por volta das 20h, além de dar detalhes sobre as peças, ela afirmou que pode fazer as entregas dos pedidos pessoalmente.
A juíza Fernanda Cristine Nunes Teixeira, da 43ª Vara de Trabalho de Belo Horizonte reconheceu falta grave e concluiu que a bancária agiu em benefício próprio do auxílio-doença previdenciário, inclusive indo contra a recomendação de repouso citada no atestado médico.
“Entendo, pois, satisfatoriamente demonstrado nos autos que a reclamante exerceu atividades empresariais enquanto afastada do serviço em gozo de auxílio-doença previdenciário, em total descompasso com sua condição perante a empregadora e ao INSS”, completa a magistrada.
SETE LAGOAS Sete Lagoas terá dia de tempo firme e temperaturas de até 27°C; confira a previsão
Sete Lagoas Prefeito Douglas Melo anuncia pagamento de funcionários da Turi após desbloqueio judicial das contas da empresa
SETE LAGOAS Prefeitura de Sete Lagoas realiza leilão eletrônico de terrenos públicos nesta quarta-feira Mín. 14° Máx. 27°


