
O piloto de paraglider, Gilberto do Sanduíche, de 50 anos, que morreu neste domingo (11 de fevereiro), após passar mal durante um voo de parapente, na Serra de Santa Helena, em Sete Lagoas, teve papel crucial para salvar a vida de garota de 13 anos que o acompanhava no voo.
A vítima avisou para a adolescente que estava passando mal após a decolagem e conseguiu, mesmo durante um mal súbito, pousar em local seguro, no topo da serra, em cima de uma árvore.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o parapente caiu de uma altura de cerca de 20 metros e a garota teve apenas arranhões no corpo. O homem de 50 anos também não se machucou e morreu devido à uma parada cardiorespiratória.

Um familiar da vítima informou, à reportagem que o homem voava por hobby, aos finais de semana, e que trabalhava como vendedor de hambúrgueres em Sete Lagoas. Ele convidou a garota de 13 anos para voar, após comprar doces na mão dela. A adolescente teve a permissão da mãe para fazer o salto.
Militares do Corpo de Bombeiros tentaram reanimar a vítima, mas não conseguiram.

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