
O ano de 2026 será repleto de espetáculos no céu, com superluas, eclipse solar total e alinhamento de seis planetas. Em janeiro, será possível enxergar Júpiter, que parecerá um pouco mais brilhante e maior do que o normal.
Júpiter atinge a oposição no dia 10 deste mês, quando o planeta fica entre a Terra e o Sol. Para enxergá-lo, basta sair ao pôr do sol e olhar para o leste, na constelação de Gêmeos.
Ao longo da última semana de fevereiro, seis planetas ficarão alinhados, aparecendo logo após o pôr do sol. Vênus, Mercúrio e Saturno ficarão visíveis a olho nu. Netuno também está presente nas proximidades, mas é necessário um telescópio para observá-lo.
Júpiter também marcará presença, brilhando perto da Lua. Urano estará próximo ao aglomerado de estrelas das Plêiades, mas requer uso de telescópio ou binóculos para ser observado.
No dia 3 de março, a Lua aparecerá em tons alaranjados num eclipse lunar total. O fenômeno poderá ser visto em grande parte da América do Norte e do Sul, no Pacífico e em ampla região da Ásia e Oceania. Os observadores no oeste dos Estados Unidos e Canadá, nas ilhas do Pacífico e na Nova Zelândia terão a melhor visão.
No Hemisfério Norte, o equinócio da primavera traz auroras poderosas. Por isso, o mês de março torna-se ideal para observar a aurora boreal no Alasca, que terá noites mais claras.
Nas noites de 8 e 9 de junho, Vênus e Júpiter aparecerão muito próximos um do outro. Mercúrio também será visível nas proximidades por cerca de uma hora após o pôr do sol.
No dia 7 de agosto, a Lua crescente começará a passar em frente ao aglomerado estelar das Plêiades. Mercúrio, Marte e Saturno também serão visíveis na ocasião.
O espetáculo de “devoração” de estrelas, conhecido como ocultação, ocorre em grande parte do território dos Estados Unidos. Esse fenômeno permite que os astrônomos meçam os tamanhos, posições e movimentos precisos dos objetos celestes.
O eclipse total do Sol será visível em partes do Oceano Ártico, leste da Groenlândia, oeste da Islândia, uma faixa remota de Portugal e norte da Espanha, no dia 12 de agosto.
O evento dura aproximadamente cinco horas, com a lua deslizando devagar pelo sol e então se afastando dele. A fase da totalidade dura apenas de um a dois minutos. Este é o primeiro eclipse solar total na Europa desde 1999.
Os meteoros Perseidas são famosos por serem rápidos e brilhantes. O pico da chuva, nos dias 12 e 13 de agosto, terá aproximadamente 90 meteoros por hora. O processo inteiro acontece de 14 de julho até setembro de 2026.
A superlua nasce em 25 de novembro e atinge o pico de iluminação na madrugada para o dia 26. A Lua Cheia de novembro é tradicionalmente conhecida como “Lua do Castor” ou “lua da geada”.
A superlua, quando o astro aparenta ser maior, chega em 23 de dezembro. Conhecida como “Lua Fria”, ela se mostra especialmente dramática no início da noite.
Marte, Júpiter, Urano, Saturno e Netuno aparecerão juntos nos dias 25 e 26 de dezembro. O fenômeno dura ao longo do final do mês, mas atinge seu pico durante as celebrações de Natal.
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