
Integrantes do grupo político ligado ao vice-governador Mateus Simões avaliam que as projeções de déficits bilionários nas contas públicas de Minas Gerais podem influenciar diretamente o cenário eleitoral para 2026.
Segundo análise publicada pela colunista Orion Teixeira do Estado de Minas, o governo estadual tem utilizado a divulgação de previsões fiscais negativas — como um possível déficit de R$ 7 bilhões em 2027 — como estratégia política para dificultar o avanço de adversários considerados menos experientes na administração pública.
Ainda conforme a análise, o cenário financeiro herdado da gestão do governador Romeu Zema, marcado por uma dívida estimada em cerca de R$ 200 bilhões com a União, também pesa nas articulações eleitorais.
Nos bastidores políticos, o deputado federal Nikolas Ferreira teria adiado planos pessoais para fortalecer o projeto político de Simões, mirando o cenário eleitoral de 2030.
Já o senador Cleitinho Azevedo mantém indefinição sobre eventual candidatura ao governo de Minas, diante das preocupações envolvendo a situação fiscal do estado.
Segundo interlocutores ligados ao governo, a estratégia atual da base aliada é ampliar o desempenho nas pesquisas de intenção de voto até o período da Copa do Mundo, buscando consolidar espaço para uma possível disputa em segundo turno.
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