
O Governo de Minas Gerais, por meio da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), vai investir R$ 530 milhões nos próximos cinco anos em obras de saneamento nos municípios de sua concessão que fazem parte da bacia hidrográfica do Rio das Velhas. O anúncio foi feito nesta terça-feira (29/8), quando foi assinado o Termo de Adesão da Copasa ao Programa Revitaliza Rio das Velhas, durante 97ª Reunião Plenária do Comitê da Bacia Hidrográfica (CBH) Rio das Velhas, realizada no auditório da estatal, em Belo Horizonte.
De acordo com a presidente da Copasa, Sinara Meireles, as intervenções da empresa vão contemplar obras de ampliação da coleta, interceptação e tratamento de esgotos nos municípios da bacia do Rio das Velhas, além de investimentos em programas ambientais, com ações de mobilização, proteção e conservação de mananciais nos municípios.
“É uma quantia importante que estamos viabilizando nos próximos cinco anos, a serem aplicados especialmente em ações na área de esgotamento sanitário, que é um dos principais problemas da nossa parte na busca pela revitalização do Rio das Velhas”, disse.
A presidente da Copasa explicou que o Termo de Adesão é um desdobramento da Carta de Compromisso assinada em 5 de junho de 2017 por representantes do Governo do Estado, Copasa, municípios e do Comitê da Bacia, com o objetivo de promover ações que garantam a disponibilidade de água em quantidade e qualidade, para a segurança hídrica da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas, especialmente para a Região Metropolitana de Belo Horizonte.
“Ele traz as estimativas de valores a serem investidos por cidade e um escopo mínimo das ações que vamos implementar. Tudo isso com total possibilidade de acompanhamento pelo Comitê e pela sociedade em geral”, afirmou.

O presidente do Comitê da Bacia do Rio das Velhas, Marcus Vinícius Polignano, comemorou a parceria. “É um avanço histórico. Estamos concretizando um acordo de diálogo de mais de um ano de trabalho com a Copasa”, disse.
Para ele, é necessário o empenho de outros parceiros. “Precisamos também do apoio das prefeituras, para que façam ações de recuperação ambiental dentro da bacia. Além disso, é necessário que o setor privado assuma responsabilidades na preservação dos recursos hídricos. Sem água, não existe ecologia nem economia”, afirmou.
O Rio das Velhas faz parte da história de Minas Gerais, uma vez que, por ele, transitaram os ciclos do ouro, dos diamantes, do minério de ferro, da urbanização e da industrialização. Hoje, 4,5 milhões de pessoas vivem na bacia e dependem das suas águas. A sobrevivência do rio representa a continuidade de todas as formas de vida, da fauna e da flora existentes na bacia.
O Programa Revitaliza Rio das Velhas tem por objetivo avançar no projeto de revitalização da bacia hidrográfica do Rio das Velhas considerando sua importância para a região Metropolitana de Belo Horizonte e para o Estado de Minas Gerais.

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