
O possível não pagamento da primeira parcela dos salários dos professores da rede estadual faz com que a categoria continue com as atividades paralisadas. O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE-MG) alega que somente após a integralização da primeira parcela as atividades serão retomadas.
Em Conselho Geral do sindicato foi definido que a greve seria suspensa com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do piso salarial, em segundo turno, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), algo que aconteceu nessa quarta-feira (25). No entanto, o conselho havia definido que sempre que houver o descumprimento da tabela de pagamento as atividades serão suspensas.
“Tendo em vista que parte da categoria ainda não recebeu o restante da primeira parcela do pagamento prevista para o dia 25 de julho, os trabalhadores e trabalhadoras em educação continuam a paralisação”, afirma. O sindicato também alegou que não aceitará tratamento diferenciado no pagamento das parcelas.
Ao Bhaz, a Secretaria de Fazenda informou que a primeira parcela foi paga no dia 13 de julho e que a segunda nessa quarta-feira (25). “A expectativa é que o restante do pagamento seja efetuado nesta quinta-feira (26). A terceira parcela está prevista para o dia 31”, afirmou em nota.
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou nessa quarta-feira (25) a decisão liminar que obrigava o Estado a pagar o salário integral de servidores da Educação em Minas no 5º dia útil. O pedido foi solicitado pela Advocacia-Geral do Estado (AGE).
No entendimento de Toffoli, Minas enfrenta uma crise financeira e não tem capacidade para pagar os vencimentos como determinado anteriormente. O ministro alegou que suspender o escalonamento pode “comprometer o tênue equilíbrio orçamentário obtido pelo estado”, o que poderia colocar em risco pagamentos futuros do funcionalismo.
A decisão obtida pelo Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-Ute), por meio de liminar concedida pela desembargadora Maria das Graças Silva Albergaria dos Santos Costa, obrigava o estado a pagar o salário em dia sob pena de multa de R$ 30 mil diários. O valor poderia chegar a até R$ 3 milhões, caso a determinação fosse descumprida.
Por Vitor Fórneas - Bhaz

CONSCIENTIZAÇÃO SAAE promove semana especial com ações pelo Dia Mundial da Água em Sete Lagoas
CULTURA DA PAZ Sete Lagoas aprova lei voltada à promoção da cultura de paz e combate ao discurso de ódio nas escolas
Evento Cultural Sesc Sete Lagoas promove evento gratuito “Sesc Movimenta” com oficinas, dança e atividades culturais
Meio Ambiente Gruta Rei do Mato recebe VI Seminário Águas no Carste em Sete Lagoas
Educação Sete Lagoas reabre processo seletivo para instrutores do Escola em Tempo Integral
Prudente de Moraes Alunos da rede Municipal de Prudente de Morais estão recebendo material escolar gratuito
Sete Lagaos Inscrições abertas para cursos preparatórios do IFTM em Sete Lagoas com bolsa de R$ 200
Cursos Senac Senac oferece cursos gratuitos de confeitaria e pizzas em Sete Lagoas
Destaque nacional Afya Sete Lagoas alcança o 1º lugar em indicadores estratégicos entre mais de 30 unidades do grupo no país Mín. 16° Máx. 26°


