
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) decidiu extinguir, por meio de uma medida provisória, o seguro obrigatório de veículos, o Dpvat.
Em dez anos, o seguro foi responsável pela indenização de 485 mil mortes no trânsito em todo o país. O seguro também confere indenizações a feridos e a pessoas que tenham sofrido sequelas permanentes.
Bolsonaro extinguiu ainda o Dpem, seguro voltado a danos pessoais causados por embarcações.
O presidente justificou o fim do seguro com os altos índices de fraudes e os elevados custos operacionais. O custo total do seguro ao governo federal é de R$ 8,9 bilhões. O governo estima que seriam necessários R$ 4,2 milhões para cobrir os valores pagos às vítimas. Outros R$ 4,7 bilhões seriam referentes à administração e à fiscalização do recurso.
O governo diz que o valor economizado será repassado ao SUS e ao Denatran.
Segundo o governo federal, as vítimas de acidentes no trânsito brasileiro (são mais de 36 mil mortes por ano) continuarão assistidas pelo SUS, pelo INSS e pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Os acidentes permanecerão cobertos até o fim deste ano. A gestora do seguro, a Seguradora Líder, continuará responsável pelos segurados até o fim de 2025, mas atendendo apenas os sinistros ocorridos até 2019.

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