
Conforme publicado pelo Site Mega Cidade, a Prefeitura de Sete Lagoas publicou nesta quinta-feira (19), o Decreto Nº 6.231 que dispõe sobre medidas de enfrentamento da pandemia provocada pelo Coronavírus (COVID-19), determinando no período de 20 a 31 de março, a suspensão do atendimento presencial ao público em estabelecimentos comerciais e religiosos no município, porém não contempla os órgãos públicos da administração e servidores ficam em risco.
De acordo com informações, a intenção do secretário municipal de Saúde, Dr. Flávio Pimenta, era que os setores das secretarias também ficassem fechados, a exemplo do que fez o prefeito Alexandre Kalil em Belo Horizonte, mas o prefeito Duílio de Castro não concordou.
Na capital mineira, de acordo com o Decreto Nº 17.297, entre as ações tomadas por Kali, estão a interrupção de todos os serviços considerados não essenciais do Executivo de BH até o dia 3 de abril, sendo que diversos servidores fariam o trabalho no regime de ‘Home Office’, ou seja, em casa.
Segundo outras informações, um dos procuradores jurídicos do Município de Sete Lagoas teria questionado Duílio de Castro sobre o Decreto Nº 6.231 que não determina o fechamento das repartições públicas, visando à preservação da saúde dos servidores, mas o prefeito não aceitou.

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