
Um homem morreu baleado pelo amigo durante uma caçada no último domingo (2), na zona rural de Itanhandu, a 426 km de Belo Horizonte. O suspeito assumiu o crime e afirmou que confundiu o amigo com um javali.
A dupla teria saído para caçar o animal exótico, que é considerado uma praga para a atividade agrícola. Ao ver um vulto, o suspeito fez um disparo. Por achar que o animal estava fugindo, ele atirou mais uma vez e, só depois, percebeu que o alvo era o amigo.
De acordo com o depoimento prestado à Polícia Militar, o atirador disse que tentou socorrer o amigo mas a mata fechada e de difícil acesso fizeram com que a vítima morresse sem sair do local.
Os militares foram acionados pelo próprio atirador. A equipe apreendeu as duas espingardas, que estavam registradas apenas para posse, e não para porte. O suspeito foi preso em flagrante e, segundo o tenente José Ednilson da Silva, ele deverá responder por homicídio culposo.
A Polícia Militar Ambiental também foi acionada, mas não constatou crime ambiental, já que, desde 2013, a caça de javalis é autorizada pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

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