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Cidades Máscaras no queixo

Centro de BH tem festival de máscaras no queixo no 1º dia de flexibilização

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06/08/2020 10h02 Atualizada há 2 meses
Por: Redação Fonte: Hoje em Dia
Centro de BH tem festival de máscaras no queixo no 1º dia de flexibilização

Belo Horizonte teve um festival de máscaras no queixo no primeiro dia de avanço da flexibilização social. Desrespeitando a lei, alguns moradores sequer utilizavam o equipamento de segurança, que é obrigatório nas vias e estabelecimentos da cidade. 

Nesta quinta-feira (6), quando a metrópole autorizou a reabertura dos shoppings, lojas e salões de beleza, o movimento de carros e pedestres na área Central foi intenso. Infrações às regras sanitárias para impedir a transmissão do novo coronavírus também foram frequentes. 

O distanciamento de dois metros não foi seguido por grupos de amigos e nem nas entradas de alguns estabelecimentos. Com as ruas lotadas, não é difícil esbarrar em pedestres que dividem a calçada. 

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Com relação as máscaras, a Guarda Municipal garantiu que está fiscalizando o uso correto do equipamento e entregando gratuitamente para aqueles que não têm.

Aqueles que insistirem em desrespeitar a lei podem ser multado em R$ 100.

Monitoramento

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Ao decretar a reabertura do comércio - alguns setores estavam fechados há 139 dias - , o prefeito Alexandre Kalil (PSD) garantiu que, se a população não respeitar as regras, vai voltar a fechar a cidade. “A pandemia não acabou”, frisou. “É muito importante: se BH entrar em festa, os números vão subir e não duvidem que o prefeito feche a cidade de novo”, disse.

Atualmente, conforme o mais recente levantamento da Secretaria de Estado de Saúde (SES), BH tem 621 mortes pelo novo coronavírus e 22.055 infectados. Hoje, a principal dificuldade do município para afrouxar as regras de isolamento  é a ocupação dos leitos de UTI. A lotação está em 79,4%. 

Dos leitos de enfermaria, a ocupação está em 59,4% e no índice amarelo, que é o intermediário.  A taxa de transmissão do vírus, hoje em 0,89, é a única no nível verde. Esse índice significa que cada pessoa infectada transmite a doença para menos de uma pessoa. 

Quarentena

O distanciamento social em BH foi recomendado no dia 18 de março e, dois dias depois, a prefeitura determinou o fechamento de todos os serviços considerados não essenciais. As lojas da capital permaneceram fechadas por 66 dias, quando no dia 25 de maio a metrópole deu início à primeira fase da flexibilização gradual do comércio.  

Contudo, por causa da explosão de casos e mortes pela Covid-19, em 29 de junho o prefeito Alexandre Kalil (PSD) voltou a caçar os alvarás dos estabelecimentos dos serviços considerados não essenciais. Desde então, a capital estava na fase 0 da flexibilização.

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