Você certamente já conheceu uma criança que não consegue respirar pelo nariz. Cerca de 30% das crianças brasileiras respiram pela boca e apresentam a chamada “síndrome da respiração bucal”. Apesar de, inicialmente, parecer uma disfunção de fácil solução e poucas consequências, a realidade é bem diferente.
O dentista Dr. Gustavo Menegucci explica que o ar que entra no organismo pela boca é mais agressivo, visto que não passa pelo processo de filtragem natural que é realizado pelo nariz, uma barreira entre as impurezas e os pulmões. “Crianças com essa condição tendem a congestionar com mais frequência o nariz, a garganta, e ter voz anasalada.
Porém, o maior problema é de médio a longo prazo. Flacidez dos músculos faciais, má oclusão dentária, deformidades faciais, boca seca e mau hálito costumam se desenvolver quando o problema não é resolvido ainda na infância. “As crianças podem ter todo o processo de deglutição e mastigação comprometido”, alerta.
A condição pode gerar ainda complicações como um mau desenvolvimento dos ossos do rosto da criança. Segundo o Dr. Gustavo Menegucci, o tratamento junto ao dentista se dá por várias frentes, visando não apenas resolver problemas de má oclusão como também diferentes aspectos faciais afetados pela respiração exclusivamente bucal.

Saúde pública Prefeitura Sete Lagoas vai zerar fila e garantir próteses dentárias para 3.300 pacientes
SUS Prefeito Douglas Melo confirma entrega do Hospital Regional de Sete Lagoas no final de maio
Excelência OdontoClinic completa 5 anos e se consolida como referência em odontologia em Sete Lagoas
Vacinação Prefeitura leva Castramóvel ao Jardim dos Pequis: serão 5 dias de atendimento gratuito
SUS Prefeitura de Inhaúma orienta sobre transcrição de exames e encaminhamentos na Atenção Primária à Saúde
Vacinação Prefeitura de Cachoeira da Prata reforça importância da vacinação antirrábica em cães e gatos Mín. 20° Máx. 28°


