Um sanfoneiro de 33 anos foi preso em flagrante por estupro de vulnerável contra a ex-enteada, uma garota de 11 anos, na cidade de Manaus, no Amazonas. Ele foi detido na segunda-feira (19) depois que o pai da garota procurou as autoridades para denunciá-lo. O agressor manteve um relacionamento com a mãe da menina e a violência sexual ocorria desde o ano passado, sem o conhecimento dela. A mulher morreu em decorrência da Covid e os crimes continuaram.
De acordo com a Polícia Civil do Amazonas, a garota saiu de casa para ir à casa da avó no último dia 17 e não chegou ao local. Preocupado, o pai dela registrou um boletim de ocorrência de desaparecimento. Durante as investigações, policiais analisaram indícios de que a garota estava na companhia do ex-padrasto e que ele cometia abusos contra ela desde 2020.
Os policiais foram ao endereço do ex-padrasto da garota, que negou que ela estivesse com ele. Segundo o homem, a menina estava na casa de uma tia dele. Os agentes também foram ao local, mas não a localizaram. A mulher disse não ter informações a respeito do paradeiro da criança.
“Com base nas informações sobre os abusos sexuais praticados contra a criança, iniciamos diligências, e fomos à casa do indivíduo, no bairro Gilberto Mestrinho, zona leste de Manaus, onde o mesmo negou que ela estivesse lá com ele, momento em que disse que a menina estaria na casa de uma tia dele”, explica a delegada responsável pelo caso, Joyce Coelho, em coletiva de imprensa.
Ainda segundo a Polícia Civil, o homem aproveitou o momento em que os policiais conversavam com a tia dele para levar a garota de volta à casa do pai. Lá, a menina confirmou que era abusada pelo ex-padrasto. O homem também confessou os crimes. Após ser preso, ele foi encaminhado para Central de Recebimento e Triagem, onde está à disposição da Justiça.
Ao jornal Em Tempo, a delegada ainda afirmou que o ex-padrasto da garota prometia casar com ela quando a garota completasse 15 anos. Joyce definiu o caso como um “clássico tipo de abuso intrafamiliar que viola a inocência da criança”.
“O sanfoneiro mesmo longe da criança era controlador e monitorava tudo o que ela fazia e com quem conversava. Diante da análise das mensagens trocadas entre o suspeito e a criança, verificamos que ela tinha um carinho por ele e o chamava de pai. Esse é um clássico tipo de abuso intrafamiliar que viola a inocência da criança. Ele sabia conduzir a situação inclusive prometia casar com ela assim que ela completasse 15 anos. É um crime hediondo e de nenhuma maneira essa conduta pode ser normalizada”, disse a delegada.
Com Polícia Civil do Amazonas

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