O Ministério da Saúde informou nesta sexta-feira que o país obterá um adiantamento de vacinas contratadas da Janssen, braço farmacêutico da Jonhson & Johnson. Serão antecipadas 3 milhões de doses, com previsão de entrega para junho. O total contratado com a empresa é de 38 milhões de doses, com remessa marcada para o quarto trimestre do ano.
A vacina já tem registro de uso emergencial na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e é aplicada com apenas uma dose. Dessa forma, a remessa adiantada ao Brasil seria suficiente para imunizar três milhões de pessoas.
Em outra frente, o Ministério da Saúde pretende assinar em breve a intenção de compra da vacina da Moderna. O plano é adquirir até 100 milhões de doses do imunizante para começar a ser entregue a partir de outubro. O preço em discussão seria em torno de U$ 15 a dose, segundo fontes ouvidas pelo GLOBO. O preço é considerado competitivo, tendo em vista que a vacina já teria sido prospectada com valores mais elevados meses atrás. Os cronogramas publicados pelo ministério em sua página na internet citavam a Moderna, mas o laboratório foi retirado das previsões em meados de abril porque as negociações estavam travadas.
A aquisição de diferentes opções de vacinas é uma frente da gestão de Queiroga na Saúde, tendo em vista que o portfólio reduzido de imunizantes vem resultando na lentidão da vacinação no Brasil. As duas vacinas nas quais o governo federal apostou, AstraZeneca e CoronaVac, apresentaram atrasos nas entregas em função de dificuldades de recebimento de insumos necessários para se fazer o produto.

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