Uma empresária e um corretor de imóveis foram presos, nessa terça-feira (29), suspeitos do homicídio do namorado da mulher, cometido em São Paulo. De acordo com a Polícia Civil do estado, o corretor, que era funcionário do casal, confessou que havia sido contratado pela mulher por R$ 200 mil para matar o homem. A mandante teria sido motivada a cometer o crime após descobrir uma traição.
O corpo da vítima, um segurança de 42 anos identificado como Vitor Lúcio Jacinto, foi encontrado às margens da Represa Guarapiranga, parcialmente carbonizado, no dia 18 de junho. O homem só foi identificado apenas três dias depois, devido a exames periciais. Nenhum registro de desaparecimento da vítima havia sido oficializado junto às autoridades.
De acordo com o programa Brasil Urgente, o casal vivia em regime de união estável e havia se conhecido em um aplicativo de relacionamentos há quatro anos. Nos últimos dois, eles moravam juntos em um apartamento avaliado em R$ 20 milhões na Vila Nova Conceição, bairro nobre na Zona Sul de SP. A vítima trabalhava como segurança de um restaurante e passou a atuar como corretor de imóveis quando os dois começaram a namorar.
Ainda segundo a Polícia Civil, durante as investigações, o comportamento da namorada, Anne Cipriano Frigo, e do corretor, Carlos Lex Ribeiro de Souza, chamou a atenção dos policiais. A corporação também aponta que o telefone da vítima ainda estava sendo utilizado, mesmo depois da sua morte. “Alguém enviava mensagens para outras pessoas como sendo o segurança, para tentar ludibriar a polícia, e criar um álibi”, informa a PCESP.
Quando os dois foram confrontados pela polícia, o corretor confessou que recebeu R$ 200 mil para matar a vítima. Ele contou que atraiu o homem com a desculpa de conhecer um terreno, e o buscou com um veículo de uma amiga. De acordo com relato à Polícia Civil, durante o trajeto pela rodovia Castelo Branco, ele atirou com arma de fogo, atingindo o homem na lateral das costas.
O corpo foi levado até as margens da Represa Guarapiranga, que fica próxima à casa do suspeito. Ele cobriu o cadáver com um tipo de plástico e ateou fogo nas extremidades, tentando prejudicar sua identificação pela impressão digital, e abandonou o corpo no local.
A PCESP cumpriu mandados de busca e apreensão em desfavor dos suspeitos e apreendeu armas e aparelhos telefônicos, além do estojo da munição que matou a vítima, encontrado no veículo usado no crime. Os dois foram transferidos para a carceragem, onde deverão ficar presos até o término do prazo da prisão temporária, que expira em 30 dias.
Ainda segundo a corporação, durante este período, as investigações prosseguirão, com o objetivo de angariar outras provas que confirmem a participação dos suspeitos no crime.

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