Em meio às ocorrências de incêndios florestais, o momento é de apreensão para produtores rurais. A Federação da Agricultura do Estado de Minas Gerais (Faemg), apesar de não apresentar levantamento oficial de prejuízos, cita um exemplo que mostra o quão prejudicial é o fogo para as plantações.
Um único produtor de bananas, no Norte de Minas, perdeu o equivalente a R$ 4 milhões com incêndios em 2020 e 2021. Gerente de Meio Ambiente da Faemg, Ana Paula Melo destaca que até o solo é prejudicado com as queimadas.
"Você tem a queima da microfauna do solo, seja minhocas e outros microorganismos que dão porosidade e permitem a infiltração de água, a correta aplicação da fertilização no solo. Você aumenta a compactação do solo, reduz a fertilidade", pondera.
"Nenhum produtor rural causa incêndio em sua própria propriedade. Os produtores rurais estão cientes dos prejuízos que vão desde os ambientais com a queima de áreas de reserva legal — de preservação permanente, também abrigo de fauna — quanto também a questão hídrica, econômica e produtiva", prossegue.
"Além dos prejuízos econômicos de perda de produção, o produtor rural é um empreendedor. Ele tem trabalhadores, famílias dependendo dele. E ele precisa da produção para honrar os compromissos. Quando você pede a produção, prejudica no cumprimento dos compromissos", completa.

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