“Era para ser um sonho, mas se tornou um verdadeiro pesadelo. Eu fui xingada, me falaram que eu era fraca, que não estava fazendo força para o meu filho nascer". O depoimento choca, mas não por seu ineditismo, mas sim pelo número de mulheres que, cotidianamente, são submetidas a situações como essas no momento de dar à luz. Segundo um levantamento da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), pelo menos 30% das mulheres atendidas em hospitais privados sofrem violência obstétrica, enquanto no Sistema Único de Saúde (SUS) a taxa é ainda maior - 45%.
A reportagem ouviu o relato de uma mulher que infelizmente não tiveram a chance de viver um parto digno, como todas as mulheres deveriam experimentar. No primeiro episódio, a confeiteira Talita Kellen, de 33 anos, conta que passou por vários momentos de desrespeito antes, durante e pós-parto. Xingada durante todo o trabalho de expulsão do bebê, Talita jamais vai se esquecer do parto se transformando em pesadelo. "Eu não estava aguentando mais, eu pedi muito para fazer uma cesária, mas até aí nesse ponto me xingaram, que eu não sabia o que que era uma cesária, me deram o famoso pique. João Miguel nasceu fazendo cocô, xixi e não chorou. Eu não quero mais filhos, eu tenho um trauma muito grande”, desabafa.

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