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Maratona de empreendedorismo busca soluções socioambientais para resíduos vítreos na Escola Técnica de Sete Lagoas

Projeto 1000 Futuros Cientistas é uma parceria da instituição junto ao Departamento de Química da UFMG

27/04/2023 às 10h24 Atualizada em 27/04/2023 às 10h44
Por: Redação Fonte: Mega Cidade com a Ascom da Prefeitura de Sete Lagoas
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Projeto foi iniciado com evento na Escola Técnica Municipal, na noite da última terça-feira
Projeto foi iniciado com evento na Escola Técnica Municipal, na noite da última terça-feira

A reciclagem e a reutilização de resíduos vítreos são um desafio para várias cidades. Pensando nisso, a Escola Técnica Municipal de Sete Lagoas, em parceria com o Departamento de Química da UFMG, iniciou na noite desta terça-feira, 25 de abril, o Projeto 1000 Futuros Cientistas.

Trata-se de uma maratona para o desenvolvimento da cultura empreendedora por meio de tecnologias socioambientais para resíduos vítreos. Os coordenadores da UFMG estiveram em Sete Lagoas para o lançamento do projeto.

"Esse projeto visa levar noções de empreendedorismo para a comunidade escolar. vamos lançar um desafio e os alunos vão trabalhar de forma empreendedora a busca soluções para esse desafio local, voltado para a destinação de resíduos vítreos em Sete Lagoas", explica a coordenadora do Projeto 1000 Futuros Cientistas, Janaína de Paula e Silva.

Para o gestor do projeto junto à UFMG, Wladmir Teodoro da Silva, essa maratona empreendedora é uma vitrine para os participantes. "Fica o legado da formação, da capacitação. De certa forma os alunos são expostos ao ecossistema da cidade que estará de olho nas soluções apresentadas. Serão dois meses buscando soluções para esse desafio", reforça.

Para a vice-diretora da Escola Técnica, Stefânia Moura Lima, a maratona é uma oportunidade para que alunos e professores vivenciem uma experiência para além das disciplinas do curso de Química. "Para nós, é uma grande honra participar disso, pois os alunos têm não só os componentes curriculares habituais em seus cursos, mas também desenvolvem outras habilidades, como empreendedorismo e inovação, fatores importantes no mercado hoje", afirma.

O aluno do curso de Química da Escola Técnica, Gustavo Freitas, não esconde a empolgação em ser um dos mentores de um dos grupos participantes. "Meu papel nesse projeto é ser a ponte entre os estudantes da Escola Técnica e a UFMG. É muito bom estar participando de uma capacitação como essa, com um conceito tão importante que é buscar novas finalidades para o vidro. Fica o aprendizado, o conhecimento. O que aprendermos aqui, com certeza vamos utilizar em outras atividades", acredita.

O projeto 1000 Futuros Cientistas termina no dia 5 de junho, com apresentação de um pitch final dos grupos com as participações de servidores da Escola Técnica, da Prefeitura, empresas locais e representantes de segmentos de classe.

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