
Um estudo da Faculdade de Medicina da @ufmg, publicado em abril de 2023 na revista científica Preventing Chronic Disease, descobriu que jovens adultos (de 18 a 34 anos) apresentam 21% mais comportamentos de risco para desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) do que idosos acima de 60 anos.
“Essas doenças geralmente são associadas à idade, e é muito preocupante a presença delas em indivíduos mais jovens. É o que chamamos de perda prematura de anos de vida saudáveis”, afirma a pesquisadora Thaís Cristina Marquezine Caldeira.
As DCNTs são condições de saúde que resultam da combinação de fatores genéticos, fisiológicos, ambientais e comportamentais. Algumas das mais comuns são doenças cardiovasculares, diabetes, câncer, doenças respiratórias crônicas e obesidade. Elas são associadas a hábitos de risco, como consumo abusivo de álcool, consumo regular de bebidas açucaradas, tabagismo, má alimentação e falta de atividades físicas, segundo a UFMG.
As doenças crônicas não transmissíveis, além de morte prematura, podem gerar perda da qualidade de vida e prejuízos econômicos substanciais em todo o mundo.

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