
Com foco no combate à exploração sexual em Campos Belo, região Oeste do estado, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou operação em uma casa de prostituição da cidade, na última sexta-feira (2/8).
A ação decorre de denúncias sobre a promoção de sorteios, por meio da venda de rifas, cujos prêmios eram programas sexuais.
Foram cumpridos mandados de busca e apreensão no local, ocasião em que os policiais arrecadaram os bilhetes das rifas promovidas pela casa. Ainda foi dado cumprimento ao mandado judicial de suspensão da atividade econômica ilegal exercida.
Durante a ação policial, o proprietário do estabelecimento resistiu às buscas, sendo conduzido à delegacia em flagrante pelos crimes de rufianismo, manter casa de prostituição e resistência.
A sócia e esposa dele foi flagrada coagindo uma das testemunhas, razão pela qual também foi presa e conduzida à unidade policial.
Cumpridas as formalidades legais, os presos foram encaminhados ao sistema prisional.
Conforme apurado, as rifas eram vendidas pessoalmente, em um bar localizado no interior da casa de prostituição e por um grupo em aplicativo de mensagens. O valor cobrado por cada bilhete era de R$ 5. O interessado escolhia um número, pagava pela rifa e, se sorteado, poderia ficar por 30 minutos com uma das mulheres da casa.

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