
O sonho de proporcionar um refúgio seguro para mulheres e seus filhos vítimas de violência doméstica avança em Sete Lagoas. O convênio da Casa de Acolhimento à Mulher foi oficialmente publicado no Diário Oficial do Município de Sete Lagoas, marcando um passo decisivo na luta contra a violência doméstica na cidade. A iniciativa, que surgiu a partir de uma parceria entre o vereador Caio Valace, a empresa Cimento Nacional e executado pela Prefeitura, oferece um local seguro e acolhedor para mulheres em situação de risco.
A Casa de Acolhimento, inaugurada no final de junho, é um espaço discreto e sigiloso, garantindo a segurança e privacidade das mulheres acolhidas. Além da proteção física, a casa oferece apoio psicológico, jurídico e social, através do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), auxiliando as vítimas a reconstruírem suas vidas com dignidade e autonomia. Durante os últimos dois meses, foram sanadas várias questões burocráticas, que foram sanadas e o convênio foi oficialmente publicado.
“Demos um passo gigante na proteção das mulheres de Sete Lagoas. Os recursos financeiros que consegui com a Cimento Nacional possibilitaram a implantação da Casa de Acolhimento das Mulheres Vítimas de Violência e seus Dependentes. É uma vitória da comunidade e mostra o poder das parcerias entre o setor público, seus agentes e a iniciativa privada. Anunciamos essa vitória justo neste mês tão importante, de luta e conscientização”, afirmou o vereador.
O lançamento do convênio ocorre em um momento significativo, no “Agosto Lilás”, campanha nacional de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. Este marco reforça o compromisso de Sete Lagoas com a proteção e o apoio às mulheres em situação de violência.
O apoio da Cimento Nacional, que doou R$ 150 mil para a construção da Casa de Acolhimento, foi crucial para a concretização do projeto. Amanda Lara, gerente de Responsabilidade Socioambiental da Brennand Cimentos, ressaltou a importância dessa iniciativa. “Agora, as mulheres terão um local seguro para se abrigar e reconstruir suas vidas. Que este projeto seja um marco para que, no futuro, não precisemos mais de casas abrigo, porque as mulheres estarão protegidas dentro de seus lares”, destacou.
A Casa de Acolhimento das Mulheres Vítimas de Violência em Sete Lagoas não é apenas um espaço físico, mas um símbolo de esperança e recomeço para muitas mulheres. Com a publicação do convênio e a garantia dos recursos necessários, o projeto agora segue para execução, oferecendo suporte completo para mulheres e seus dependentes, com o objetivo de garantir que nenhum ato de violência seja silenciado na cidade.
Para o vereador Caio Valace, essa é uma das realizações mais importantes de sua trajetória política. “Vamos continuar trabalhando e lutando para que os direitos das mulheres sejam respeitados. Este é apenas o começo; ainda há muito a ser feito”, concluiu Valace. A concretização da Casa de Acolhimento é uma vitória não apenas para Sete Lagoas, mas para todas as mulheres que buscam um futuro mais seguro e livre da violência.

ECA DIGITAL Nova lei intensifica o controle sobre o acesso de menores à internet
POLÍTICA NACIONAL Petição contra Erika Hilton na Comissão da Mulher ultrapassa 100 mil assinaturas
CONFUSÃO Influenciador e pré-candidato ao governo de MG, Ben Mendes se envolve em confusão dentro de loja em Betim
INOVAÇÃO Belo Horizonte se destaca na América Latina com uso de inteligência artificial na gestão fiscal
QUADRO CLÍNICO Defesa de Bolsonaro reforça pedido ao STF por prisão domiciliar após nova internação
Compra de votos Vereadora de Minas é cassada pela Justiça por compra de votos entre R$ 50 e R$ 100 Mín. 18° Máx. 28°


