
O projeto de lei que pretende criar a lei Rafaela Drumond, foi aprovado, em 2º turno, na tarde desta quarta-feira (11), no plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). O PL cria medidas para combater o assédio moral no serviço público.
A lei é uma homenagem à escrivã da Polícia Civil, de 32 anos, que morreu em junho de 2023. O caso foi concluído como suicídio. No entanto, a investigação apontou que antes de morrer, a escrivã denunciou episódios de assédio na delegacia que trabalhava, no município de Carandaí, na Zona da Mata.
A família da escrivã assistiu a aprovação do projeto nas galerias no plenário da Assembleia.
Após a morte da filha, Aldair Drumond, criou um instituto para amparar mulheres e diz que recebeu centenas de denúncias de vítimas de assédio moral. Ele afirma que a lei servirá para proteger mulheres em órgãos públicos mineiros.
Com a aprovação em dois turnos no parlamento mineiro, o PL seguirá para sanção ou veto do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo).
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