
A área queimada em Sete Lagoas de janeiro a novembro de 2024 triplicou em relação ao mesmo período do ano passado.
Os dados divulgados no domingo (15) são do Monitor do Fogo, elaborado pelo MapBiomas, rede colaborativa de universidades, ONGs e empresas de tecnologia, focada em monitorar as transformações na cobertura e no uso da terra no Brasil
Segundo o levantamento, ao todo, foram queimados no período 1.836 hectares, um aumento de 212% em relação ao mesmo período de 2023 e a maior extensão dos últimos seis anos. A diferença em relação ao ano passado é 1.248 hectares a mais.
Em cor rosa, Monitor do Fogo mostra mensal de cicatrizes de fogo, baseado em mosaicos mensais de imagens multiespectrais do satélite Sentinel 2 com resolução espacial de 10m. Foto: Monitor do Fogo, MapBiomas/Reprodução.
Nos últimos seis anos, o Monitor do fogo mostra que a maior área queimada havia sido em 2021 com 613 hectares e a menor em 2020, 224 hectares. Em 2024 as queimadas se concentraram entre os meses de maio e outubro com pico atingido em agosto.
Áreas queimadas em Sete Lagoas/MG. Foto: Monitor do Fogo, MapBiomas.

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