
Em recuperação judicial, a Bombril aponta que recebeu ameaças de corte da energia elétrica da sua fábrica em Sete Lagoas, de acordo com o jornal Folha de São Paulo. A planta possui 400 funcionários e produz 180 toneladas de produtos por dia, em média.
A Bombril argumentou na Justiça que, caso a CEMIG faça a interrupção por inadimplência, a operação seria totalmente paralisada, causando prejuízo de R$ 1,5 milhão por dia para a empresa. Ainda segundo a publicação, a dívida é anterior a data do pedido de recuperação judicial; isto quer dizer que a companhia energética é um dos credores e será paga de acordo com os termos do plano proposto.
Em 10 de fevereiro, a Bombril ajuizou a recuperação judicial na 1ª Vara Regional Empresarial e de Conflitos Relacionados à Arbitragem do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). A empresa acumula dívidas na casa de R$ 2,3 bilhões, a maioria delas de ordem tributária.
Como garantia de pagamento das dívidas, a empresa colocou as suas fábricas em São Paulo, Pernambuco e a de Sete Lagoas, juntamente com seu maquinário em garantia.
A recuperação judicial é um meio onde a empresa tem suas ações de cobrança suspensas por seis meses, e para isso, precisa organizar um plano de pagamento dos credores, que é posto em votação numa assembleia. Caso não aconteça a aprovação, pode ser decretada a falência.
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